14/10/2011

Um novo tempo para os gaúchos, por Carlos Pestana

Outubro marca um ano da vitória eleitoral que consagrou Tarso Genro governador do Estado. Correspondente à façanha de se eleger no primeiro turno – fato inédito na história política gaúcha – é a responsabilidade de atender às expectativas de uma população que não quer mais ver o Rio Grande de costas para o Brasil.

Durante a campanha eleitoral, enfatizamos três prioridades que deveriam ser desenvolvidas durante o nosso governo: aprofundamento das relações do Estado com o governo federal, ampliação do diálogo participativo popular, promoção do desenvolvimento econômico e social.

De fato, nosso Estado retomou o diálogo produtivo com a União, tanto que já é a terceira vez neste ano que a presidenta Dilma Rousseff vem aqui anunciar importantes investimentos para os gaúchos. Graças ao aval do governo federal, já garantimos financiamentos junto ao Banco Mundial e ao BNDES de R$ 2,1 bilhões, e agora a presidenta anuncia a liberação de novos empréstimos internacionais para o Estado, além de recursos federais para a concretização da nossa tão esperada linha de metrô. E, não menos importante, a integração do Rio Grande do Sul ao Plano Brasil Sem Miséria, que no nosso Estado vai se chamar RS Mais Igual e deverá tirar da pobreza extrema mais de 300 mil pessoas em quatro anos.

O eixo da democracia participativa, ponto fundamental do nosso plano de governo, avança a passos largos. Prova disso foi a significativa participação popular nas reuniões de discussão do Plano Plurianual realizadas no interior do Estado.

Por fim, no que diz respeito à promoção do desenvolvimento, conquistamos importantes avanços. Vejamos: a confirmação, pela coreana Hyundai, de instalação de uma fábrica de elevadores em nosso território; o início das obras na Área Industrial de Guaíba, o que possibilitará a instalação de sete empresas, a geração de mais de 1,5 mil empregos e investimentos privados de R$ 500 milhões; retomada do Simples Gaúcho, com a redução de ICMS para mais de 44 mil pequenas empresas; ampliação do Fundopem para os que investem em pesquisa e tecnologia; além de medidas garantidoras de uma melhor distribuição de renda, como o reajuste de 11% no valor do Piso Regional e o início do processo de valorização do funcionalismo público, com a concessão de reajustes salariais emblemáticos para servidores da segurança e do magistério.

Como se vê, um novo horizonte se abre para o Rio Grande com a promoção do crescimento e da distribuição de renda, a exemplo do que aconteceu no Brasil nos últimos anos.

*Chefe da Casa Civil/do governo do Rio Grande do Sul

2 comentários:

  1. Cultura gaúcha?

    Penso necessário conter essa "tradição gaúcha" decorrente de uma reunião de alguns meninos no ano de 1935, um deles Paixão Cortes hoje com 84 anos bem vividos e segundo sei saudável. Aqueles meninos de então “inventaram” o tal CTG e do mesmo derivou o MTG, hoje, gostem ou não uma SEITA rumando a um futuro “papado”. Ali a mulher para participar dos “bailes” precisa estar coberta do pescoço aos tornozelos e o homem usar a tal bombacha que segundo ouvi dizer só podem ser usadas as produzidas por “indústrias licenciadas” pelo futuro PAPADO. Essa “invenção” se originou na cultura da região sul de nosso estado e fronteira com os países de língua espanhola. Necessário lembrar que a região norte é tão diferente da região quanto o são o dia e a noite. Na região sul predominam as grandes propriedades rurais, muitas delas desenvolvidas e como exemplo cito a Pecuária Gessinger que, embora não conhecendo pessoalmente acompanho através do blog do Ruy Gessinger. Estudei na Escola Agrícola Canadá em Viamão e por isto tenho uma noção do que seja a lida campeira daquela região. Já a região norte tem um perfil totalmente inverso, pois predominam os pequenos municípios e povoadas basicamente por europeus de língua não portuguesa. Em 1824 aqui aportaram GERMANOS embora a história registre ALEMÃES, pois à época não havia a Alemanha como Estado.
    Quando os programas humorísticos da Globo o que pior em televisão há neste país os fazendeiros de mentira, aqueles que aos finais de semana, urbanos em sua esmagadora maioria, vestem a conhecida “pilcha” e atravessam sobre a bunda uma carneadeira, sorvem um copo de cachaça transformam-se como se tomados por espíritos do passado em mais machos que os demais e falam grosso e se tornam os mais valentes do mundo, pensam eles que a Globo os ofende. Façam-me o favor! A repetidora da Globo, cuja sigla me recuso a declinar aqui, pois dela tenho verdadeiro nojo já que pretende e de fato está se tornado a dona da verdade aqui no sul do país se “adonou” da idéia daqueles meninos de 1935 e difunde com vigor essa falsa cultura de nosso estado eles se ofendem. Pergunto a esses valentes e bravos fazendeiros de final de semana que na segunda-feira depois de despida a fantasia se sabem que os bovinos são ruminantes e em quantas partes de divide o estômago dos mesmos? Sabem igualmente com são denominadas essas partes? Pois é! Penso chegada a hora de acordarmos e valorizarmos as culturas lindas das várias etnias que desenvolveram esse estado e não essa maldita SEITA.
    Postado igualmente no www.praiadexangrila.com.br

    ResponderExcluir
  2. êita Blog chapa branca esse.
    esse texto do Carlos contém meias verdades se é que não inverdades mesmo ...

    ResponderExcluir