Outubro marca um ano da vitória eleitoral que consagrou Tarso Genro governador do Estado. Correspondente à façanha de se eleger no primeiro turno – fato inédito na história política gaúcha – é a responsabilidade de atender às expectativas de uma população que não quer mais ver o Rio Grande de costas para o Brasil.
Durante a campanha eleitoral, enfatizamos três prioridades que deveriam ser desenvolvidas durante o nosso governo: aprofundamento das relações do Estado com o governo federal, ampliação do diálogo participativo popular, promoção do desenvolvimento econômico e social.
De fato, nosso Estado retomou o diálogo produtivo com a União, tanto que já é a terceira vez neste ano que a presidenta Dilma Rousseff vem aqui anunciar importantes investimentos para os gaúchos. Graças ao aval do governo federal, já garantimos financiamentos junto ao Banco Mundial e ao BNDES de R$ 2,1 bilhões, e agora a presidenta anuncia a liberação de novos empréstimos internacionais para o Estado, além de recursos federais para a concretização da nossa tão esperada linha de metrô. E, não menos importante, a integração do Rio Grande do Sul ao Plano Brasil Sem Miséria, que no nosso Estado vai se chamar RS Mais Igual e deverá tirar da pobreza extrema mais de 300 mil pessoas em quatro anos.
O eixo da democracia participativa, ponto fundamental do nosso plano de governo, avança a passos largos. Prova disso foi a significativa participação popular nas reuniões de discussão do Plano Plurianual realizadas no interior do Estado.
Por fim, no que diz respeito à promoção do desenvolvimento, conquistamos importantes avanços. Vejamos: a confirmação, pela coreana Hyundai, de instalação de uma fábrica de elevadores em nosso território; o início das obras na Área Industrial de Guaíba, o que possibilitará a instalação de sete empresas, a geração de mais de 1,5 mil empregos e investimentos privados de R$ 500 milhões; retomada do Simples Gaúcho, com a redução de ICMS para mais de 44 mil pequenas empresas; ampliação do Fundopem para os que investem em pesquisa e tecnologia; além de medidas garantidoras de uma melhor distribuição de renda, como o reajuste de 11% no valor do Piso Regional e o início do processo de valorização do funcionalismo público, com a concessão de reajustes salariais emblemáticos para servidores da segurança e do magistério.
Como se vê, um novo horizonte se abre para o Rio Grande com a promoção do crescimento e da distribuição de renda, a exemplo do que aconteceu no Brasil nos últimos anos.
*Chefe da Casa Civil/do governo do Rio Grande do Sul
Cultura gaúcha?
ResponderExcluirPenso necessário conter essa "tradição gaúcha" decorrente de uma reunião de alguns meninos no ano de 1935, um deles Paixão Cortes hoje com 84 anos bem vividos e segundo sei saudável. Aqueles meninos de então “inventaram” o tal CTG e do mesmo derivou o MTG, hoje, gostem ou não uma SEITA rumando a um futuro “papado”. Ali a mulher para participar dos “bailes” precisa estar coberta do pescoço aos tornozelos e o homem usar a tal bombacha que segundo ouvi dizer só podem ser usadas as produzidas por “indústrias licenciadas” pelo futuro PAPADO. Essa “invenção” se originou na cultura da região sul de nosso estado e fronteira com os países de língua espanhola. Necessário lembrar que a região norte é tão diferente da região quanto o são o dia e a noite. Na região sul predominam as grandes propriedades rurais, muitas delas desenvolvidas e como exemplo cito a Pecuária Gessinger que, embora não conhecendo pessoalmente acompanho através do blog do Ruy Gessinger. Estudei na Escola Agrícola Canadá em Viamão e por isto tenho uma noção do que seja a lida campeira daquela região. Já a região norte tem um perfil totalmente inverso, pois predominam os pequenos municípios e povoadas basicamente por europeus de língua não portuguesa. Em 1824 aqui aportaram GERMANOS embora a história registre ALEMÃES, pois à época não havia a Alemanha como Estado.
Quando os programas humorísticos da Globo o que pior em televisão há neste país os fazendeiros de mentira, aqueles que aos finais de semana, urbanos em sua esmagadora maioria, vestem a conhecida “pilcha” e atravessam sobre a bunda uma carneadeira, sorvem um copo de cachaça transformam-se como se tomados por espíritos do passado em mais machos que os demais e falam grosso e se tornam os mais valentes do mundo, pensam eles que a Globo os ofende. Façam-me o favor! A repetidora da Globo, cuja sigla me recuso a declinar aqui, pois dela tenho verdadeiro nojo já que pretende e de fato está se tornado a dona da verdade aqui no sul do país se “adonou” da idéia daqueles meninos de 1935 e difunde com vigor essa falsa cultura de nosso estado eles se ofendem. Pergunto a esses valentes e bravos fazendeiros de final de semana que na segunda-feira depois de despida a fantasia se sabem que os bovinos são ruminantes e em quantas partes de divide o estômago dos mesmos? Sabem igualmente com são denominadas essas partes? Pois é! Penso chegada a hora de acordarmos e valorizarmos as culturas lindas das várias etnias que desenvolveram esse estado e não essa maldita SEITA.
Postado igualmente no www.praiadexangrila.com.br
êita Blog chapa branca esse.
ResponderExcluiresse texto do Carlos contém meias verdades se é que não inverdades mesmo ...