22 de set. de 2009
Golpistas não aceitam a volta da democracia em Honduras.
OAB/RS requer cópia de inquérito militar que apura morte de sem-terra
21 de set. de 2009
Passaporte para matar: a banca paga e recebe

20 de set. de 2009
A guerra entre a Globo vs Record
19 de set. de 2009
Temos muito o que aprender
Candidato de Lula, o ficha suja

18 de set. de 2009
A vaga no Supremo Tribunal Federal
Nunca na história desse Estado
17 de set. de 2009
Do outro lado do rio
30 dias de silêncio, muitas perguntas sem respostas

Moortes misteriosassss
16 de set. de 2009
Te cuida Walna ! Lá eles são profissionais
Luz mais barata
15 de set. de 2009
Internet, a mídia que mudará o Brasil
Ao Diário Gauche com carinho
14 de set. de 2009
Café-com-leite, um Tiro no pé
Os saberes de Paulo Brossard
13 de set. de 2009
Um circo de rins e fígados, por Marcos Rolim
Enquanto ela trabalha eles a perseguem

11 de set. de 2009
O toque de midas midiático
O 11 de setembro a gente não esquece
O golpe teve início na costa do oceano Pacífico, na cidade portuária de Valparaiso, de onde partiram tropas navais chilenas com destino a Santiago, enquanto vários vasos de guerra da marinha estadunidense estavam em alerta na costa do Chile, no limite de suas águas territoriais. Se tivesse havido resistência armada ao golpe de estado, o plano previa que os marines invadiriam o Chile, para "preservar a vida de cidadãos norte-americanos". Um avião WB-575 - um centro de telecomunicações - da força área norte-americana, pilotado por militares norte-americanos, sobrevoava o Chile. Simultaneamente 33 caças e aviões de observação da força aérea norte-americana aterrisssavam na base aérea de Mendonça, na fronteira da Argentina com o Chile.
E foi assim que eles fecharam o país para o Mundo por uma semana, enquanto os tanques rolavam, os soldados arrombavam portas, o som das execuções pipocava dos estádios e os corpos se empilhavam ao longo das ruas e flutuavam nos rios, os centros de tortura iniciaram suas atividades, os livros considerados subversivos eram atirados a fogueiras, e os soldados rasgavam as calças das mulheres aos gritos de "No Chile as mulheres usam saias"…
— William Blum, Killing Hope, p. 215
Um ano depois o presidente Gerald Ford declarou à imprensa que aquilo os Estados Unidos fizeram no Chile "foi nos melhores interesses do Povo chileno e certamente nos nossos melhores interesses".
Há duas versões aceitas sobre a morte de Allende: uma é que ele se suicida no Palácio de La Moneda, cercado por tropas do exército, com a arma que lhe fora dada por Fidel Castro; a outra versão é que ele foi assassinado pelas tropas invasoras. Sua sobrinha Isabel Allende Llona é uma das que acreditam que seu tio foi assassinado. A filha do Presidente, a deputada Isabel Allende, declarou que a versão do suicídio é a correta.[5] Allende foi inicialmente enterrado numa cova comum, num caixão com as iniciais "NN". Com o término da ditadura de Pinochet, Allende teve um funeral com honras militares, em 1990.
10 de set. de 2009
PIS/Cofins sobre telefonia e energia é ilegal
O advogado Nirio Lyma de Menezes Júnior me envia um excelente artigo sobre como o contribuinte é extorquido pelas operadoras de telefonia e de energia. Para acessar o artigo clica aqui .O dr. Nirio me explicou que a ação tem viabilidade para quem tiver consumo acima de R$ 15 mil/mês. nlmjunior@ig.com.br .O Abacaxi voador
9 de set. de 2009
Criminalização dos movimentos sociais é condenada
A criminalização dos movimentos sociais no Rio Grande do Sul foi debatida hoje (09) em audiência pública promovida pela Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa. O Secretário Adjunto da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da Republica, Rogério Sottili condenou o agravamento da situação da criminalização dos movimentos sociais no Rio Grande do Sul e afirmou que a sociedade gaúcha tem força e história para mudar a situação vivida no Rio Grande do Sul. O presidente da CCDH, deputado Marcon fez pedido para que organismos internacionais de Direitos Humanos visite o Rio Grande do Sul para verificar in loco o aumento da violência contra os movimentos sociais patrocinado pelo governo Yeda. O governo do Estado, demonstrando todo o seu desprezo pela Assembleia e pelos parlamentares da Casa, não enviou nenhum representante. O deputado Raul Pont(PT) cobrou que até agora a BM não mostrou o assassino do agricultor Elton e exigiu que o Ministério Público não seja conivente com essa situação. Participaram representantes dos movimentos sociais (Via Campesina, MST, UNE, UBES, DCEs), Centrais sindicais, Federações e Sindicatos de Trabalhadores,Policia Civil, Ministério Público Federal, ONG Justiiça Global de defesa dos Direitos Humanos, e Secretaria Especial de Direitos Humanos da presidência da República.Para meus colegas que trabalham na CPI da Corrupção da Assembleia
Pelo ritmo que a tropa de choque de Yeda mostrou ontem na Assembleia, essa CPI só vai aprovar os requerimentos depois que o saci-pererê cruzar as pernas e morcego doar sangue, como dizia o grande e saudoso Bezerra da Silva.
Assembleia debate criminalização dos movimentos sociais no RS
8 de set. de 2009
7 de set. de 2009
Quem tem medo do pré-sal?
Yeda vai à guerra em 2010
5 de set. de 2009
O império contra-ataca
Porém, nada disso que relatei acima é suficiente para impedir a criação do muro da vergonha midiático, contruído às pressas, afinal 2010 e a campanha pró-Serra está aí. Ontem (04), ao final do dia, trancado no trânsito da Capital mais politizada do Brasil, ouvia um jornalista e comunicador da rádio gaúcha no programa das 17h afirmando que "nós" deveríamos ouvir o discurso da governadora na Expointer, pois afinal ela merecia, pois havia chorado, emocionada etc.. Não tive dúvida, desliguei o rádio pois senti uma vergonha danada daquilo tudo.
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4 de set. de 2009
15º Grito dos Excluídos
Brisa, sombra e água fresca na Corsan
3 de set. de 2009
Ajoelha e chora
2 de set. de 2009
Lembranças: Three Stooges guapos
A segunda vez e gente nunca esquece
1 de set. de 2009
Xô corrupção !
31 de ago. de 2009
Quando começa a nova fase Yeda-Serra ?
30 de ago. de 2009
Rio Grande dá exemplo na área de segurança
A matéria, lida atentamente, mostra que todas as ações alí expostas não não tem nada a ver com uma política de segurança pública do RS, mas sim, iniciativas isoladas de algumas lideranças políticas, bombeiros, profissionais da saúde, prefeitos, policiais e até mesmo de apenados.
Lembrando Chomsky, por Marcos Rolim
Quando as pessoas dominam verdadeiramente um tema, se fazem compreender facilmente, porque falam com simplicidade. Simplicidade não é o mesmo que superficialidade. É possível dizer coisas importantes e profundas de forma clara, mesmo quando tratamos de assuntos bem complicados. Por outro lado, quando o falante começa a entrelaçar conceitos que remetem a outros conceitos; quando suas palavras formam círculos que impedem qualquer afirmação, o discurso vira um refúgio e, nesta metamorfose, o que se propõe não é mais um diálogo, mas uma encenação.Um dos críticos deste mau uso das palavras é Noam Chomsky, um dos grandes intelectuais de nosso tempo, a quem devemos descobertas que revolucionaram a linguística. Chomsky nunca entendeu o significado de expressões como, por exemplo, “dialética”.28 de ago. de 2009
Qual é o nome do menino? By Carta Capital
Debate: CCDH debate titularização e desenvolvimento sustentável nas terras de quilombos
De volta ao caos
27 de ago. de 2009
Imagem do agricultor Elton no acampamento
Edegar Pretto, filho do falecido deputado Adão Pretto envia uma das últimas imagens registradas do agricultor sem-terra Eltom Brum da Silva. A imagem foi registrada num encontro com os agricultores acampados que estavam no acampamento. A imagem tem duas semanas, e segundo relatos, Elton era tímido e cuidava da segurança das crianças do acampamento. No ato da desocupação os homens fazem a primeira linha de proteção, tendo as mulheres no segundo círculo e por último as crianças do acampamento. Ao assumir a morte de Elton o PM deve saber o que fez. Ato interreligioso marca o sétimo dia da morte de agricultor Sem Terra na Capital
Foi realizado hoje (27), às 17h, um ato interreligioso pelo sétimo dia da morte do agricultor sem-terra Elton Brum da Silva, assassinado pelas costas pela BM,com um tiro de arma de calibre 12, na operação de desocupação da fazenda Southall. O ato teve nicio na frente da Assembleia Legislativa, passou pelo Palácio Paratini e pelo Ministério Público Estadual. O ato foi organizado pela Coordenação dos Movimentos Sociais – CMS e Pastorais Sociais. BM diz que foi um soldado que matou
Big Fish
26 de ago. de 2009
Brigada Militar matou o homem errado
A crise da receita Federal
Do blog Diário Gauche : O comentário inicial lido por Mônica Waldvogel é vergonhoso, antijornalístico, desonesto, porque desmentido ao longo de todo o programa pelos três entrevistados convidados pelo programa. A Globonews perdeu o rumo.Os três convidados são unânimes em afirmar que a politização ocorreu na fase de Lina Vieira, não agora. Mônica atropela as conclusões da mesa redonda, desrespeita os telespectadores ao antecipar conclusões falsas. Principalmente sabendo-se que a abertura sempre é feita após o programa, com base nas conclusões levantadas.O presidente do Sindifisco denuncia o aparelhamento da Receita… por Lina. Mostra que o pedido de demissão coletiva dos antigos superintendentes foi apenas uma antecipação para demissões que ocorreriam. O advogado tributarista nega crise na Receita. Disse que está mais preocupado com as taxas de juros dos bancos e temas mais relevantes.Mônica tenta se socorrer do ex-Secretário da Receita Everardo Maciel, da gestão FHC, pedindo que confirme a politização. Everardo diz que a politização ocorreu com Lina e que agora não há ingerência política, porque é atribuição do Ministro definir o Secretário.Depois disso tudo, Mônica volta ao papo de que Mantega estaria pressionando para não apertar os grandes contribuintes. Os entrevistados negam. Everardo mostra que esse foco nos grandes contribuintes começou em sua gestão. Mônica diz que houve aumento na arrecadação dos grandes contribuintes na gestão Lina. Everardo desmonta com números.Mônica vem com a história da opção do regime de caixa pela Petrobras foi manipulação. Everardo é incisivo: a Petrobras está certa. O factóide criado foi para justificar a queda da arrecadação na gestão Lina - embora diga que a queda tem muitos fatores, entre os quais a crise.Mônica: se fosse tão clara a possibilidade de mudar o regime no meio do ano, não haveria tanta controvérsia.Everardo: a regra é clara e foi feita em 1999 justamente para enfrentar o problema da desvalorização cambial.Mônica: mas até agora a Receita está para soltar um parecer.Everardo e os demais: já foi feito, concordando com a Petrobras. Essa prática existe há muito tempo, não existe qualquer ilegalidade ou manobra contábil.Mônica, balbuciando: a lei foi feita. Houve então uma manipulação da opinião pública?Todos concordam com a cabeça.Aí ela deriva a entrevista para o caso Sarney, perguntando se é legítimo pressionar a Receita para abrandar a fiscalização.O presidente do Sindicato disse que é impossível essa pressão, que nunca essa informação correu na Receita. Disse que sempre trabalhou próximo à chefia da Receita, tanto no governo FHC e Lula, e nunca viu esse procedimento. O chefe da Receita conversa com políticos todos os dias. Mas esse tipo de ingerência é novidade para a gente.Everardo disse que se ocorreu, o momento certo seria na época em que foi feita. Se não fez, cometeu prevaricação.Conclusão final: Lina foi um desastre para a imagem da Receita e caberá a todos os funcionários trabalharem para o resgate de sua imagem.Assista o programa e depois volte à abertura.P.S.: Com uma oposição trapalhona dessas, a Dilma se elege no primeiro turno, em 2010.
Privatização da água no RS, Odebrecht ataca

Essa aí de cima é do blog do José Renato de São Luiz Gonzaga, que está afim de consultar o Pai Ambrósio e o Pai Arnapio pra ver se "tranca" a privataria da água em São Luiz. Aliás, esse tema está caindo de maduro pois o grupo Odebrecht espalha rapidamente seus tentáculos no RS e vende a idéia para os prefeitos de que o problema da água e do esgoto serão resolvidos num passe de mágica, claro, via iniciativa privada. Um dos belos exemplos de gestão pública de água e esgotos é o Semae de São Leopoldo e a nossa valente Corsan que resiste bravamente à gestão Tucana aos moldes do Detran.25 de ago. de 2009
Marcon exige de Yeda que apresente o assassino de Sem Terra
Na sessão plenária desta terça-feira (25), o deputado Dionilso Marcon (PT) exigiu da governadora Yeda Crusius, da Secretaria de Segurança Pública e da Brigada Militar que apresentem o assassino do trabalhador sem terra, Elton Brum da Silva. O parlamentar também quer garantias do governo estadual de que esse crime seja, de fato, o último confronto do Estado com os trabalhadores. Por conta dessa morte ocorrida na sexta-feira (21), na Fazenda Southall, em São Gabriel, a criminalização dos movimentos sociais voltará à pauta da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos. A audiência pública acontecerá às 9h30 do dia 9 de setembro, na Assembléia Legislativa.As declarações da promotora do Ministério Público de São Gabriel causaram revolta em Marcon. Lisiane Villagrande considerou “extremamente profissional” a ação da BM que resultou na execução de Elton. “Esse é o papel do Ministério Público?”, indagou. Ele também ficou indignado com a truculência da Brigada Militar que montou um forte aparato policial para dominar as pessoas c
O conceito de armas não letais
O pagode da vergonha
Metade omem
Por que foi a Brigada Militar que recolheu as escopetas calibre 12 na operação da BM em São Gabriel ? Deveria ser a Policia Civil e não a mesma BM que vitimou o agricultor sem terra Elton Brum da Silva. Mais um crime ? Isso é como deixar a raposa cuidando do galinheiro. É impossível que passados quase sete dias da morte de Elton a BM não saiba quem atirou. Se esperarmos pela investigação do comando-geral da BM , talvez daqui uns 45 dias, saberemos que foi uma espingarda de caça que matou Elton, e se depender da coragem desse omem-oficial, a mesma que teve ao matar uma pessoa pelas costas, a coisa vai demorar ainda mais. Quero saber se a Assembleia Legislativa vai se pronunciar sobre o tema, o MP já falou que foi tudo muito profissional, através da sua promotora local. Novamente a instituição BM serve de manto protetor para esse oficial que não merece o H na palavra homem. Conheço muitos praças e oficiais da BM e acho que eles também não gostariam que o brasão com a imagem do centauro (vigilância, sabedoria, bravura e proteção) sirva de escudo para quem comete um crime.
