Edegar Pretto, filho do falecido deputado Adão Pretto envia uma das últimas imagens registradas do agricultor sem-terra Eltom Brum da Silva. A imagem foi registrada num encontro com os agricultores acampados que estavam no acampamento. A imagem tem duas semanas, e segundo relatos, Elton era tímido e cuidava da segurança das crianças do acampamento. No ato da desocupação os homens fazem a primeira linha de proteção, tendo as mulheres no segundo círculo e por último as crianças do acampamento. Ao assumir a morte de Elton o PM deve saber o que fez. 27 de ago. de 2009
Imagem do agricultor Elton no acampamento
Edegar Pretto, filho do falecido deputado Adão Pretto envia uma das últimas imagens registradas do agricultor sem-terra Eltom Brum da Silva. A imagem foi registrada num encontro com os agricultores acampados que estavam no acampamento. A imagem tem duas semanas, e segundo relatos, Elton era tímido e cuidava da segurança das crianças do acampamento. No ato da desocupação os homens fazem a primeira linha de proteção, tendo as mulheres no segundo círculo e por último as crianças do acampamento. Ao assumir a morte de Elton o PM deve saber o que fez. Ato interreligioso marca o sétimo dia da morte de agricultor Sem Terra na Capital
Foi realizado hoje (27), às 17h, um ato interreligioso pelo sétimo dia da morte do agricultor sem-terra Elton Brum da Silva, assassinado pelas costas pela BM,com um tiro de arma de calibre 12, na operação de desocupação da fazenda Southall. O ato teve nicio na frente da Assembleia Legislativa, passou pelo Palácio Paratini e pelo Ministério Público Estadual. O ato foi organizado pela Coordenação dos Movimentos Sociais – CMS e Pastorais Sociais. BM diz que foi um soldado que matou
Big Fish
26 de ago. de 2009
Brigada Militar matou o homem errado
A crise da receita Federal
Do blog Diário Gauche : O comentário inicial lido por Mônica Waldvogel é vergonhoso, antijornalístico, desonesto, porque desmentido ao longo de todo o programa pelos três entrevistados convidados pelo programa. A Globonews perdeu o rumo.Os três convidados são unânimes em afirmar que a politização ocorreu na fase de Lina Vieira, não agora. Mônica atropela as conclusões da mesa redonda, desrespeita os telespectadores ao antecipar conclusões falsas. Principalmente sabendo-se que a abertura sempre é feita após o programa, com base nas conclusões levantadas.O presidente do Sindifisco denuncia o aparelhamento da Receita… por Lina. Mostra que o pedido de demissão coletiva dos antigos superintendentes foi apenas uma antecipação para demissões que ocorreriam. O advogado tributarista nega crise na Receita. Disse que está mais preocupado com as taxas de juros dos bancos e temas mais relevantes.Mônica tenta se socorrer do ex-Secretário da Receita Everardo Maciel, da gestão FHC, pedindo que confirme a politização. Everardo diz que a politização ocorreu com Lina e que agora não há ingerência política, porque é atribuição do Ministro definir o Secretário.Depois disso tudo, Mônica volta ao papo de que Mantega estaria pressionando para não apertar os grandes contribuintes. Os entrevistados negam. Everardo mostra que esse foco nos grandes contribuintes começou em sua gestão. Mônica diz que houve aumento na arrecadação dos grandes contribuintes na gestão Lina. Everardo desmonta com números.Mônica vem com a história da opção do regime de caixa pela Petrobras foi manipulação. Everardo é incisivo: a Petrobras está certa. O factóide criado foi para justificar a queda da arrecadação na gestão Lina - embora diga que a queda tem muitos fatores, entre os quais a crise.Mônica: se fosse tão clara a possibilidade de mudar o regime no meio do ano, não haveria tanta controvérsia.Everardo: a regra é clara e foi feita em 1999 justamente para enfrentar o problema da desvalorização cambial.Mônica: mas até agora a Receita está para soltar um parecer.Everardo e os demais: já foi feito, concordando com a Petrobras. Essa prática existe há muito tempo, não existe qualquer ilegalidade ou manobra contábil.Mônica, balbuciando: a lei foi feita. Houve então uma manipulação da opinião pública?Todos concordam com a cabeça.Aí ela deriva a entrevista para o caso Sarney, perguntando se é legítimo pressionar a Receita para abrandar a fiscalização.O presidente do Sindicato disse que é impossível essa pressão, que nunca essa informação correu na Receita. Disse que sempre trabalhou próximo à chefia da Receita, tanto no governo FHC e Lula, e nunca viu esse procedimento. O chefe da Receita conversa com políticos todos os dias. Mas esse tipo de ingerência é novidade para a gente.Everardo disse que se ocorreu, o momento certo seria na época em que foi feita. Se não fez, cometeu prevaricação.Conclusão final: Lina foi um desastre para a imagem da Receita e caberá a todos os funcionários trabalharem para o resgate de sua imagem.Assista o programa e depois volte à abertura.P.S.: Com uma oposição trapalhona dessas, a Dilma se elege no primeiro turno, em 2010.
Privatização da água no RS, Odebrecht ataca

Essa aí de cima é do blog do José Renato de São Luiz Gonzaga, que está afim de consultar o Pai Ambrósio e o Pai Arnapio pra ver se "tranca" a privataria da água em São Luiz. Aliás, esse tema está caindo de maduro pois o grupo Odebrecht espalha rapidamente seus tentáculos no RS e vende a idéia para os prefeitos de que o problema da água e do esgoto serão resolvidos num passe de mágica, claro, via iniciativa privada. Um dos belos exemplos de gestão pública de água e esgotos é o Semae de São Leopoldo e a nossa valente Corsan que resiste bravamente à gestão Tucana aos moldes do Detran.25 de ago. de 2009
Marcon exige de Yeda que apresente o assassino de Sem Terra
Na sessão plenária desta terça-feira (25), o deputado Dionilso Marcon (PT) exigiu da governadora Yeda Crusius, da Secretaria de Segurança Pública e da Brigada Militar que apresentem o assassino do trabalhador sem terra, Elton Brum da Silva. O parlamentar também quer garantias do governo estadual de que esse crime seja, de fato, o último confronto do Estado com os trabalhadores. Por conta dessa morte ocorrida na sexta-feira (21), na Fazenda Southall, em São Gabriel, a criminalização dos movimentos sociais voltará à pauta da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos. A audiência pública acontecerá às 9h30 do dia 9 de setembro, na Assembléia Legislativa.As declarações da promotora do Ministério Público de São Gabriel causaram revolta em Marcon. Lisiane Villagrande considerou “extremamente profissional” a ação da BM que resultou na execução de Elton. “Esse é o papel do Ministério Público?”, indagou. Ele também ficou indignado com a truculência da Brigada Militar que montou um forte aparato policial para dominar as pessoas c
O conceito de armas não letais
O pagode da vergonha
Metade omem
Por que foi a Brigada Militar que recolheu as escopetas calibre 12 na operação da BM em São Gabriel ? Deveria ser a Policia Civil e não a mesma BM que vitimou o agricultor sem terra Elton Brum da Silva. Mais um crime ? Isso é como deixar a raposa cuidando do galinheiro. É impossível que passados quase sete dias da morte de Elton a BM não saiba quem atirou. Se esperarmos pela investigação do comando-geral da BM , talvez daqui uns 45 dias, saberemos que foi uma espingarda de caça que matou Elton, e se depender da coragem desse omem-oficial, a mesma que teve ao matar uma pessoa pelas costas, a coisa vai demorar ainda mais. Quero saber se a Assembleia Legislativa vai se pronunciar sobre o tema, o MP já falou que foi tudo muito profissional, através da sua promotora local. Novamente a instituição BM serve de manto protetor para esse oficial que não merece o H na palavra homem. Conheço muitos praças e oficiais da BM e acho que eles também não gostariam que o brasão com a imagem do centauro (vigilância, sabedoria, bravura e proteção) sirva de escudo para quem comete um crime.24 de ago. de 2009
Vigília em memória a Elton Brum da Silva
Lançamento do 15º Grito dos Excluídos

Perfil atrasado e conservador
23 de ago. de 2009
Viva a democracia
22 de ago. de 2009
Mais cabeças !
BM matou dois ligados aos movimentos desde 2005
21 de ago. de 2009
Silêncio na mídia, onde está a fita ?
NOTA PÚBLICA MST
1. Denunciar mais uma ação truculenta e violenta da Brigada Militar do Rio Grande do Sul que resultou no assassinato do agricultor Elton Brum, 44 anos, pai de dois filhos, natural de Canguçu, durante o despejo da ocupação da Fazenda Southall em São Gabriel. As informações sobre o despejo apontam que Brum foi assassinado quando a situação já encontrava-se controlada e sem resistência. Há indícios de que tenha sido assassinado pelas costas;
2. Denunciar que além da morte do trabalhador sem terra, a ação resultou ainda em dezenas de feridos, incluindo mulheres e crianças, com ferimentos de estilhaços, espadas e mordidas de cães;
3. Denunciamos a Governadora Yeda Crusius, hierarquicamente comandante da Brigada Militar, responsável por uma política de criminalização dos movimentos sociais e de violência contra os trabalhadores urbanos e rurais. O uso de armas de fogo no tratamento dos movimentos sociais revela que a violência é parte da política deste Estado. A criminalização não é uma exceção, mas regra e necessidade de um governo, impopular e a serviço de interesses obscuros, para manter-se no poder pela força;
4. Denunciamos o Coronel Lauro Binsfield, Comandante da Brigada Militar, cujo histórico inclui outras ações de descontrole, truculência e violência contra os trabalhadores, como no 8 de março de 2008, quando repetiu os mesmos métodos contra as mulheres da Via Campesina;
5. Denunciamos o Poder Judiciário que impediu a desapropriação e a emissão de posse da Fazenda Antoniasi, onde Elton Brum seria assentado. Sua vida teria sido poupada se o Poder Judiciário estivesse a serviço da Constituição Federal e não de interesses oligárquicos locais;
6. Denunciamos o Ministério Público Estadual de São Gabriel que se omitiu quando as famílias assentadas exigiam a liberação de recursos já disponíveis para a construção da escola de 350 famílias, que agora perderão o ano letivo, e para a saúde, que já custou a vida de três crianças. O mesmo MPE se omitiu no momento da ação, diante da violência a qual foi testemunha no local. E agora vem público elogiar ação da Brigada Militar como profissional;
7. Relembrar à sociedade brasileira que os movimentos sociais do campo tem denunciado há mais de um ano a política de criminalização do Governo Yeda Crusius à Comissão de Direitos Humanos do Senado, à Secretaria Especial de Direitos Humanos, à Ouvidoria Agrária e à Organização dos Estados Americanos. A omissão das autoridades e o desrespeito da Governadora à qualquer instituição e a democracia resultaram hoje em uma vítima fatal;
8. Reafirmar que seguiremos exigindo o assentamento de todas as famílias acampadas no Rio Grande do Sul e as condições de infra-estrutura para a implantação dos assentamentos de São Gabriel.
Exigimos Justiça e Punição aos Culpados!
Por nossos mortos, nem um minuto de silêncio. Toda uma vida de luta!
Reforma Agrária, por justiça social e soberania popular!
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra