9 de out. de 2009

A falcatrualgem não tem mais fim

Se tudo o que disse o vice-governador, Paulo Feijó (DEM) for verdade (eu acredito que ele também tem culpa ) sobre os esquemas de caixa dois na campanha eleitoral do PSDB na campanha de Yeda Crusius, coordenado pelo ex-marido de Yeda, Carlos Crusius,estamos diante do dantesco, da sacanegem pura . É MUITAAAAAAAAAAA FALCATRUAAAAAAAAAAAAA

Tomando na Cuia no twitter

http://twitter.com/tomandonacuia

Nota do deputado Raul Pont

Em decorrência da versão disseminada nos meios de comunicação sobre a sessão de votação da admissibilidade do pedido de impeachment da governadora, na noite de quinta-feira (8), esclareço que:

1- Não falei, não toquei, não fiz qualquer ameaça à relatora do processo, Zilá Breitenbach (PSDB) e nem “dei tapa” em microfone;

2- A versão disseminada pelo PSDB e pelos aliados da governadora Yeda Crusius não condiz com a realidade dos fatos e se configura numa tentativa desesperada de vitimizar, perante a opinião pública, os verdadeiros algozes do povo gaúcho;

3- A violência praticada durante a sessão partiu daqueles que, para atingir seu intento, rasgaram a Constituição, o Regimento Interno do parlamento e a legislação que estabelece o rito do processo;

4- Afronta à população foi o fato de o presidente da comissão especial ler o parecer do Procurador-Geral da Assembleia Legislativa e agir no sentido oposto, garantindo voto a um deputado sem representação na comissão, pois já mudara de partido, mas decisivo para aprovar a farsa. Sem ele, não haveria quorum – maioria absoluta – para assegurar o arquivamento do processo contra a governadora;

5-Desrespeito ao povo foi decisão do presidente e da relatora de ignorar o material sob sigilo, de não ouvir o MPF e os signatários do pedido de afastamento da governadora e de desconsiderar as reuniões subscritas por dez deputados para a realização de diligências. Ao invés disso, dedicaram-se à produção de um relatório chapa branca que encobre a verdade e envergonha o Rio Grande do Sul.

Deputado Raul Pont

Vice-líder da Bancada do PT na Assembleia Legislativa

O apartamento de Olivio Dutra

Recolhi e republico aqui um post do RS URGENTE sobre o apartamento de Olivio Dutra. Fica claro como água cristalina a diferença entre um governo sujo e corrupto de um governo íntegro e digno como foi o de Olívio Dutra:

[Um leitor do blog envia texto de Adão Oliveira, publicado no Jornal do Comércio, no dia 17 de agosto de 2005. Guarda atualidade:

Ontem (16/08/2005), vi uma foto do ex-governador e ex-ministro Olívio Dutra, tomando chimarrão, espremido na apertada sala de sua residência, na zona norte da cidade. Até aí nada de mais, não fosse o ex-bancário ter ocupado a chefia do Executivo gaúcho e o ministério das Cidades, durante mais de dois anos do governo Lula. Olívio não é mais governador e muito menos ministro, mas continua o mesmo sujeito simples de antes. O missioneiro, que mandou e desmandou em orçamentos altíssimos, não mexeu em nada que não lhe pertencesse. O cofre nunca lhe caiu nos pés. Terminadas as suas tarefas, Olívio voltava para o acanhado apartamento que um dia conseguiu comprar com os parcos salários que recebia como funcionário do Banrisul.
Olívio Dutra é, pois, um homem honesto! Nem sei porque estou escrevendo sobre isso, porque eu participo do princípio que honestidade não é virtude. Honestidade é inerente ao cidadão. Não ser honesto é um grave defeito de caráter mas, honestidade, não é virtude. Mas virtude ou não, a verdade é que Olívio Dutra é um homem intrinsecamente honesto.]

8 de out. de 2009

Julgamento Popular: Yeda é culpada


Chamados a responder se a governadora Yeda Crusius (PSDB) é culpada ou inocente das acusações de corrupção apresentadas pela Justiça Federal, a população deu o seu veredicto: para 94% das pessoas que participaram do Julgamento Popular organizado pelo Comitê Fora Yeda ela culpada.

Ao todo, 92.520 pessoas participaram do processo. A opção culpada foi assinalada por 86.948 (94%), contra 4.626 (5%) da opção inocente. O número de votos brancos ou nulos foi de 946 (1%). O resultado final do julgamento foi divulgado na tarde desta quinta-feira 8, na Assembleia Legislativa do Estado, local onde, às 18h desta quinta, deve ser votado na comissão que analise o pedido de impeachment da governadora o relatório elaborado pela deputada Zilá Breitenbach (PSDB).

O pedido de impeachment de Yeda foi feito pelo Fórum dos Servidores Públicos Estaduais no dia 8 de julho. O pedido de afastamento da governadora foi aceito pelo Legislativo no dia 10 de setembro e a leitura da denúncia ocorreu cinco dias depois. O governo Yeda tem sido alvo de acusações desde a Operação Rodin, coordenada pela Polícia Federal, que apurou um esquema fraudulento em contratos de prestação de serviços feitos pela Fatec – Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência e da Fundae – Fundação para o Desenvolvimento e Aperfeiçoamento da Educação e da Cultura para o Detran.

Com o julgamento, o Comitê Fora Yeda demonstrou que o povo gaúcho não compactua com aqueles que não querem ver esclarecidos os fatos. Essa vontade também foi manifestada em pesquisa realizada pelo Ibope encomendada pelo Grupo RBS. O levantamento mostra que a maioria dos gaúchos (62%) aprovam o impeachment de Yeda, contra apenas 22% que se dizem contrários.

O governo estadual é reprovado por 64% dos gaúchos e o desempenho pessoal de Yeda é ainda pior: 74%. O desempenho dela é desaprovado por 79% dos porto-alegrenses e por 81% dos moradores da Grande Porto Alegre. No interior, a reprovação é de 70%.

Fonte: imprensa do CPERS/Sindicato

Foto: Roberto Vinícius

José Paulo Bisol recebeu homenagem na Assembléia

O ex-senador e ex-secretário estadual de Segurança Pública do Rio Grande do Sul, José Paulo Bisol, recebeu, nesta quarta-feira (7), a medalha Mérito Farroupilha, a mais alta distinção da Assembléia Legislativa do Estado, uma iniciativa do deputado estadual Elvino Bohn Gass (PT). A cerimônia ocorreu às 18h30min, na Sala Júlio de Castilhos, da Assembléia. Logo após, Bisol proferiu uma conferência na sala do Fórum Democrático. Durante sua passagem pela Secretaria de Segurança Pública, Bisol foi alvo de um massacre político e midiático. Suas posições em defesa dos direitos humanos, de combate à corrupção no aparato de segurança do Estado e de unificação das polícias foram atacadas dia e noite. Foi sucedido por José Otávio Germano, que assumiu a secretaria dizendo que, dali em diante, a polícia passaria a agir “sem freio de mão”. Germano é um dos acusados pelo Ministério Público Federal de integrar uma quadrilha que agia no Detran gaúcho.Mas a vida e a trajetória de Bisol são muito maiores do que esses episódios. São elas o principal objeto da homenagem.

www.ptsul.com.br

O limite da moralidade

Qual será o limite da moralidade do governo Yeda ? Segundo os deputados da CPI da corrupção, documentos comprovam o uso de dinheiro público na reforma da casa comprada pela governadora Yeda Crusius no final de 2006. Além dos pisos de borracha utilizados em garagens, foram encontrados móveis infantis que teriam sido colocados nos quartos dos netos da governadora. Não sei até que ponto isso pode ser legal, mas com certeza é imoral.

7 de out. de 2009

Petistas são agraciados com o Mérito Farroupilha

Para comemorar os 20 anos da Constituição Estadual do Rio Grande do Sul, a Assembléia Legislativa promoveu uma sessão solene, na tarde desta quarta-feira (7), e concedeu aos deputados que elaboraram a Carta Magna a medalha do Mérito Farroupilha, maior distinção conferida pelo Parlamento gaúcho. Dos constituintes, o deputado Raul Pont (PT) é o único com mandato na atual legislatura.

Ao manifestar-se na tribuna, ele recordou que o voto contrário do PT à Carta não se constituiu numa afronta às demais bancadas e ao povo gaúcho. “Assinamos o texto, juramos cumpri-lo e respeitá-lo como decorrência direta da participação do processo”, frisou, ao salientar que, à época, a manifestação dos petistas teve o simbolismo da rejeição a um processo ilegítimo em sua origem. Adão Pretto, Selvino Heck e José Fortunati também foram representantes do PT no processo constituinte.

Adão Pretto não viveu para acompanhar a cerimônia comemorativa às duas décadas da Constituição Estadual. Ele morreu no dia 5 de fevereiro deste ano, deixando além dos nove filhos, nove netos e um bisneto, uma reconhecida trajetória de luta em defesa da reforma agrária e dos trabalhadores do campo e da cidade. Coube a seu filho, Edegar Pretto, receber, em seu nome, a medalha do Mérito Farroupilha. “O meu pai foi o primeiro agricultor que deixou a roça e assumiu uma cadeira na Assembléia. O grande legado que ele deixou foi o de ter quebrado o preconceito de que esses espaços não podem ser ocupados por pobres e por pessoas sem estudo. Diziam que um pobre que ocupa lugar importante passa para o outro lado. Meu pai desempenhou seus mandatos com competência e manteve-se fiel as suas origens. Prova disso foi o reconhecimento através do Prêmio Springer, concedido em 1987, em conseqüência do projeto do seguro agrícola, que virou lei à época do governo Olívio Dutra”, frisou Edgar Pretto.

Já o ex-deputado Selvino Heck é, atualmente, assessor especial da presidência da República. Para ele, a elaboração da Constituição Estadual gaúcha foi um importante momento histórico da política do Rio Grande. “A bancada do PT teve uma forte atuação. Os artigos que tratam da participação popular e da democrática tiveram o nosso empenho, portanto, trata-se de uma homenagem importante, justa e que nos deixa honrados”, assinalou.

Renan Kurtz e Éden Pedroso, constituintes pelo PDT, hoje são petistas e José Fortunati não está mais no PT.
Fonte: www.ptsul.com.br/Stela Valenzuela
Foto Marco Couto

A revolução tucana

Quem assistiu a entrevista de Yeda Crusius no Roda Viva dá a impressão de que o PSDB está fazendo uma revolução na gestão dos serviços públicos gaúchos. O quadro acima — investimento em saúde —mostra que a vergonha guasca não é só nos desvios de recursos públicos, mas também na falta de investimentos em áreas essenciais como a da saúde. O quadro acima revela o "cuidado" de Yeda com a saúde pública dos gaúchos (apenas 3,75%). O RS é o Estado que menos investe em saúde no Brasil e no orçamento de 2010 continuaremos a rankear o indicador dos governos estaduais de que menos investe em saúde pública.

6 de out. de 2009

Os piores momentos de Yeda no Roda Viva

Clique na imagem para assistir os melhores ou "piores" momentos de Yeda no programa Roda Viva da TV Cultura.

Relatora Zilá (PSDB) isenta Yeda (PSDB)

Conclusões da deputada Zilá Breitenbach (PSDB) , relatora do pedido de Impeachment da governadora Yeda Crusius (PSDB):

[... todos os fatos examinados, a natureza do pedido e o exame autorizado dos mesmos, conclui-se que não está presente justa causa a autorizar a admissibilidade do pedido de instauração de processo por crime de responsabilidade contra a Governadora do Estado. Daí porque concluo, submetendo a esta Comissão Especial este entendimento, sobre a ausência das condições de admissibilidade do pedido formulado no processo nº 2300-01.00/09.8, razão pela qual seja deliberada sua remessa ao arquivo deste Poder Legislativo....] Para ler na íntegra do documento , clique aqui para baixar o PDF. O relatório está a partir da página 6

5 de out. de 2009

Adão Pretto será homenageado com o Mérito Farroupilha

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul promove no próximo dia 07/10 às 14 horas, Sessão Solene, no Plenário 20 de Setembro do Palácio Farroupilha, em Porto Alegre, em homenagem aos 20 anos da Constituição Estadual e outorga da Medalha do Mérito Farroupilha aos Deputados Constituintes.

Um dos homenageados com o Mérito Farroupilha será o deputado Federal Adão Pretto — falecido em fevereiro de 2009 — deputado Constituinte Estadual. A Medalha do Mérito Farroupilha será entregue ao filho do deputado, Edegar Pretto, que representará a família no ato.

Na oportunidade também será lançada a revista Os Constituintes, a Exposição Comemorativa à Constituinte Estadual de 1988/1989 e o lançamento da edição da Constituição do Estado do Rio Grande do Sul - 20 anos - 1989/2009.

IBGE retrata pela 1ª vez a agricultura familiar

Clique na imagem acima para baixar o arquivo (PDF-2 MB) e ler a síntese do Censo Agropecuário 2006: pela primeira vez, a agricultura familiar brasileira é retratada nas pesquisas feitas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse material vale ouro para quem deseja fazer o debate sobre o papel da reforma agrária no país. O censo desmonta a tese de que o agronegócio é o — recebe a maior parte dos recursos da agricultura — grande motor de produção brasileiro.
Na realidade são 4,3 milhões de pequenos estabelecimentos familiares que ocupam apenas 24.3 % das terras brasileiras, produzindo a maior parte dos alimentos básicos que os brasileiros consomem no seu dia-a-dia: (feijão - 70%, mandioca - 87% , milho - 46%, café 38% , arroz - 34%, trigo - 21%, soja - 16%, leite - 58%, aves - 50 %, suinos - 59%, bovinos - 30% ). Ou seja, nos outros 75.7 % das terras o latifundio produz menos ou igual aos 24.3%.
O documento revela que para cada 100 hectares de terra, a agricultura familiar ocupa 15 pessoas na atividade, contra apenas 1,7 pessoas no grande latifúndio, e gera R$ 677, 00 por hectare ano contrapondo os R$ 358,00 do chamados grandes produtores.
Os dados foram coletados em todo o Brasil entre 2006 e 2007 e foram analisados durante quase dois anos. O documento integral tem mais de 1000 paginas e renderá boas análises sobre a concentração agrária no Brasil tendo como parametro o Coeficiente de Gini .

Fora Yeda

O Ato Show pelo Fora Yeda, realizado neste domingo no Parque Marinha do Brasil reuniu milhares de pessoas ontem(04). O cantor Pedro Munhoz após ter recitado versos em referência ao agricultor sem-terra Elton Brum e criticado a violência contra os movimentos o sociais, ao descer do palco, recebeu a "visita" da Brigada Militar, queriam prendê-lo.

4 de out. de 2009

Enviado manda notícias



Nosso enviado especial, Eduardo Quadros, nos manda notícias das OROPA sobre a repercussão nos jornais Londrinos do resultado da escolha do Brasil para as olimpíadas. Notem a Carmem Miranda Kitsch

Nassif: Caso ENEM, uma manobra paulistana

Blog do Nassif faz algumas valiosas considerações sobre o caso ENEM

Vamos a algumas considerações sobre o caso do furto das provas do ENEM, a partir do que saiu hoje nos jornais.

Primeiro, as conclusões. Depois, o raciocínio por trás delas:

A probabilidade maior foi a de uma operação política. O pedido de dinheiro foi despiste.
Quem atuou foi uma quadrilha organizada, que procurou dois veículos não estigmatizados por dossiês – Estadão e Record – para passar o furo.

Dois trombadinhas-laranja foram escalados para oferecer o material para a Folha no mesmo momento. Mas foi uma óbvia manobra de despiste. Os bandidos deixaram claro que o sigilo de fonte era a maior garantia de impunidade para essas jogadas, reafirmando aquilo que detalhei à exaustão em “O Caso de Veja”: todo esquema de quadrilha especializada em dossiês tem, na ponta, a contraparte jornalística. Foi uma operação paulistana, não brasiliense, embora não se descarte a possibilidade dos bandidos terem vindo de Brasília.

Vamos ao detalhamento, a partir das matérias publicadas (clique aqui).

1. Há duas maneiras de se fazer dinheiro com o ENEM. O usual – conhecido por esquemas que fraudam provas de vestibulares – é vender para cursinhos ou pais de aluno. É mais rentável mas supõe um esquema prévio armado. O outro modo é explorar politicamente o episódio. E, aí, há duas hipóteses a serem investigadas. Ou o esquema pretendia dinheiro oferecendo o dossiê a jornais (com o intuito de criar escândalos políticos) ou atuava a serviço de alguma organização política.

2. Na explicação dos bandidos aos repórteres do Estadão, fica claro que a melhor maneira de gerar escândalos criminosos é em parceria com veículos propagadores de dossiês (não é o caso do Estadão). Eles dizem claramente que o sigilo de fonte garante a impunidade, razão para não terem procurado o PSDB. Pode ser uma tentativa algo canhestra de explicar porque procuraram o jornal; pode ser uma tentativa de despiste.

3. Três veículos foram procurados: Estadão, Record e, pelo que se sabe hoje pela leitura dos jornais, a própria Folha. Os que procuraram o Estado e a Record (não se sabe se são os mesmos) tinham claro conhecimento de fontes especializadas, sabiam das implicações políticas do caso e “adoçaram” a boca dos jornalistas acentuando que o caso poderia derrubar Ministros ou procurando legitimar o vazamento com toques moralistas. Os que procuraram a Folha precisaram se valer de um dono de pizzaria para conseguir o telefone do jornal.

4. O objetivo final era obviamente o Estadão ou a Record, mas por qual razão? Uma possibilidade seria o fato de ambos não terem se queimado com armações e dossiês falsos. Outra possibilidade é que as duas portas óbvias – Folha e Veja - estavam impedidas de serem acionadas. A Folha devido ao fato de controlar a Gráfica Plural (que recebeu a gigantesca encomenda do MEC de imprimir as provas); a Veja pelo fato da Abril ser grande fornecedora do Ministério da Educação.
5. Qual a intenção de colocar dois trombadinhas para procurar a Folha, então? Uma possibilidade (não a única) é de despiste, soltar penas ao vento para dificultar o trabalho da Polícia Federal, ou colocá-la no encalço de trombadinhas-laranja desviando o foco dos verdadeiros autores.

6. Foi uma manobra paulistana, não se tenha dúvida. No caso da Record e do Estadão, havia uma posição dos bandidos em, sempre, colocar Brasília como fonte do vazamento. Eram os filhos de deputados, ora o delegado da Polícia Federal, ora o funcionário do INEP. Ora, há todo um mercado de dossiês já estruturado em Brasília, em torno de sucursais ou dos próprios jornais locais. Uma possibilidade é que tenham atuado em São Paulo para fugir dos esquemas marcados em Brasília. Mas, sendo assim, a troco de quê a insistência em jogar os holofotes sobre supostas fontes brasilienses? Típica manobra de despiste: a operação foi paulistana, reforçada pelo fato de que o material que os repórteres do Estadão viram já eram provas impressas, e o INEP tinha apenas o print das questões em seus cofres.

Autor: luisnassif

Mercedes Sosa - Gracias a La Vida

3 de out. de 2009

Mino Carta: A glória e a infâmia

Há coisas do Brasil louvadas mundo afora, e não me refiro às ações da Petrobras e da Vale. Falo do refúgio dado pela embaixada brasileira em Tegucigalpa ao presidente José Manuel Zelaya. Há coisas do Brasil verberadas País adentro. Falo da mesma posição que o resto do planeta aprecia e que já começa a provar seu acerto.
Coisas nossas, diria o sambista. Típicas. Clássicas. Com raras exceções, a mídia nativa condena irreparavelmente o presidente Lula e o Itamaraty, réus por terem garantido abrigo a um presidente deposto por mais um golpe de Estado nesta América Latina ainda tão distante da contemporaneidade. Ou, se quiserem, de um ideal de contemporaneidade. Clica aqui para ler o artigo

2 de out. de 2009

O Lula é o cara, e está fazendo história

Campanha é o momento da poupança


Não foi o PT que foi ao Ministério Público Federal denunciar o uso ostensivo de caixa 2 dois e do caixa 2 da 2 na campanha de Yeda, mas sim o vice-governador do Estado, Paulo Afonso Feijó (DEM). Ele denunciou doações de campanha a Carlos Crusius, ex-marido de Yeda, que não teria entrado na prestações de contas do PSDB guapo. Segundo Feijó, Yeda teria dito a ele que “Campanha é o momento da poupança. Tu estás atrapalhando o nosso processo”.

Bem senhores, quando o segundo na escala de hierarquia de um governo vem a público denunciar o seu próprio parceiro, e no dia seguinte os barões da mídia garantem página inteira para Yeda atacar o Ministro da Justiça, a Policia Federal e o Ministério Público Federal, não há como sentir vergonha do Estado mais politizado do país (ahahahha).
Na entrevista em Ze H, yeda diz
Qual é a base de tudo? Vazamentos seletivos de fitas gravadas pela Polícia Federal, estão sob a responsabilidade do ministro. Ele poderia dizer: “Não é assim, não se faz”. Quem responde pela Polícia Federal é o ministro.
Essa gente sempre usou o Estado e seus recursos para se locupletar e ainda por cima recebem espaços generosos de jornais para atacar as instituições públicas que ajudam a combater o crime e são as mais bem avaliadas pela população.

Notaram que aquele velho palavreado da direita de que é preciso respeitar as leis e as instituições sumiu rapidinho da boca dos vassalos da mídia ? Notaram que até mesmo a idoneidade de juízes e ministros são contestadas ? os tempos mudaram (ahahahaha). Será que tudo isso é porque as leis, criada pelos poderosos para lhe darem guarida, estão sendo interpretadas por gente séria que não se beneficia ou passa a mão por cima dessa gentalha que dilapidava o erário público ? Enquanto isso a base de Yeda na Assembleia (PMDB, PSDB) passa longe da CPI da Corrupção. Pelo visto a Justiça Federal, o Ministério Público Federal e a Policia Federal deram uma boa emagrecida na tal poupança de campanha.