5 de nov. de 2009

Culpa do Lula, culpa da Dilma

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou pesquisa feita com base nos dados da Pnad/Ibge que aponta que mais de 1 milhão de pessoas chegaram ao topo da piramide social entre os anos de 2005 e 2008. A região Sul é a segunda região em número de pessoas que subiram da classe média para a alta.

Agora, o que mais surpreende é a ascenção da classe baixa para a média, onde 11% da população fizeram esse movimento em todo país. As regiões Sudeste e Nordeste responderam por quase 71% do movimento nacional da mudança na estrutura social na base da pirâmide brasileira.

O Ipea instituto caracterizou como integrantes da classe mais baixa indivíduos com rendimento de até R$ 188 mensais no ano de 2008. Na classe intermediária, o intervalo de rendimento individual varia entre R$ 188 a R$ 465 mensais. O estrato superior da renda concentra os rendimentos individuais acima de R$ 465 mensais.

Não é atoa que a burguesia, a elite atrasada, os latifundiários e os barões da mídia andam apavorados com a idéia do primeiro mandato de Dilma Rousseff (ahahahahha)

Mesmo assim, ainda temos muito o que fazer para reduzir a pobreza, a miséria, a falta de acesso à educação, saúde e habitação. Enquanto assistir crianças catando lixo nas ruas ao invés de estarem nas escolas, ainda saberemos que precisamos fazer ainda mais para que um dia possamos sair às ruas sem medo.

Alinhamento dos planetas: derrotar o PL 154/2009

A APEDeMA-RS [ASSEMBLÉIA PERMANENTE DE ENTIDADES EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE] lança manifesto para denunciar O PL da desproteção do Meio Ambiente Gaúcho e solicita adesões, bem como a sua divulgação.

Nós, cidadãs e cidadãos gaúchos, integrantes e representantes de diferentes movimentos sociais, entidades e conselhos, conclamamos uma ampla e democrática participação de todos os setores da sociedade, nas discussões acerca do Projeto de Lei 154/09 (PL 154) – o PL a desproteção do Meio ambiente gaúcho.

Este projeto propõe alterações, que levam à descaracterização do Código Estadual do Meio Ambiente e, por consequência, uma diminuição e, até, total supressão da tutela legal do Estado sobre o ambiente, com riscos graves para a natureza e para toda a sociedade.De forma quase secreta para a sociedade, havendo apenas quatro audiências ditas públicas, o PL 154/09, de autoria do Deputado Estadual Edson Brum (PMDB) foi protocolado por nove deputados que integram a Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo, contando com o apoio técnico de entidades que lucram com o agronegócio e com o desrespeito à atual legislação ambiental.Sobre este tema fazemos as seguintes considerações:-

O atual Código de Meio Ambiente foi construído através de um processo amplo e democrático, debatido durante nove anos pelos mais diferentes setores que compõem a sociedade gaúcha. O resultado disso foi a Lei 11520/00, aprovada por unanimidade na Assembleia Legislativa;- O PL 154 foi protocolado na Assembleia Legislativa no dia 16 de julho de 2009 e poderá ser votado nas próximas semanas;-

O atual Código de Meio Ambiente teve autoria da Comissão de Saúde e Meio Ambiente. Essa Comissão sequer foi consultada para a elaboração e tramitação do PL 154;- Parece-nos por demais abrupta e anti-democrática a votação que está prevista para ser realizada na Comissão de Constituição e Justiça do parlamento gaúcho, ainda mais, diante do parecer já favorável do seu relator, deputado Marquinho Lang (DEM);-

O PL 154 propõe a criação, injustificada e desnecessária, de um Código Estadual do Meio Ambiente Único, revogando sete leis estaduais, são elas: Código Estadual do Meio Ambiente, Código Florestal do Estado do RS, Organização do Sistema Estadual de Proteção Ambiental, Preservação do Solo Agrícola, Lei do Regramento de Corte de Capoeira que alterou o Código Florestal do RS, Lei que Instituiu o Sistema Estadual de Recursos Hídricos e a Lei que Dispõe sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos;

O artigo 40 da Constituição Estadual determina a existência de três Códigos – Código Estadual do Meio Ambiente, Código Estadual de Uso e Manejo do Solo Agrícola e o Código Estadual Florestal;

O PL 154 tem uma série de equívocos que comprometem profundamente os princípios já consolidados da política ambiental estadual, além de suprimir toda e qualquer forma de controle social sobre a gestão ambiental estatal, afrontando a Constituição Estadual do RS e a Constituição Federal;

A ideia de um Código “único” pode parecer inicialmente eficaz, que supostamente facilitaria o acesso à legislação vigente, mas tal PL, de forma temerária e intencional, retira conquistas sociais e ambientais de vanguarda, referência para o sistema jurídico de muitos países, ricos. Um exemplo é a obrigatoriedade do Estado em prestar informações a população;

Fragilizar a legislação ambiental, no momento em que o mundo busca alternativas para conter os impactos da crise ambiental, especialmente das mudanças climáticas, demonstra o grau de desconhecimento das verdadeiras demandas sociais e da urgência do tema, por alguns parlamentares a serviço dos poucos que lucram com a degradação ambiental e o desrespeito a legislação que protege o ambiente e a sociedade;

Enquanto Santa Catarina contava seus mortos e prejuízos materiais, vítimas dos deslizamentos ocasionados pela degradação ambiental e das consequentes alterações climáticas, era aprovada na sua Assembleia Legislativa uma legislação ambiental mais “flexível”, desrespeitando as Áreas de Preservação Permanente (APPs), num processo semelhante ao que tem o PL 154;- Conclamamos os parlamentares gaúchos que votem NÃO ao PL 154, elaborado sem a efetiva participação do conjunto das entidades representativas da sociedade gaúcha.

Em síntese, o PL 154 é claramente inconstitucional, pois desrespeita a Constituição Brasileira e a Constituição Gaúchado Estado do Rio Grande do Sul; desprotege o meio ambiente gaúcho ao precarizar o marco legal que regulamenta o seu uso e proteção; fragiliza ainda mais a atuação da Brigada Militar e dos órgãos ambientais responsáveis pela fiscalização e controle das ações que causam impactos ao meio ambiente e à saúde pública.Sendo assim, fazemos um chamamento a toda coletividade para compor tal manifesto, bem como, acompanhar e exigir a ampliação dos debates sobre o PL 154 – PL que desprotege o meio ambiente gaúcho.
Assinam este manifesto as seguintes entidades: leia AQUI

Associando imagens

Zé H publica hoje (5) na contracapa a desgovernadora dos gaúchos inaugurando um busto a Flores da Cunha com apresença de Paixão Cortes, outro ícone do tradicionalismo guasca. Pelo que entendi da estratégia da equipe paulista de "melhoramento de imagem" (ahahha), contratada a peso de ouro, a idéia é associar a imagem de Yeda a ícones positivos. Enquanto isso, a CPI da corrupção começa a desaparecer dos destaques. Será que Yeda vai se deixar fotografar com o papai-noel no mês que vem ?

4 de nov. de 2009

Ladrões de Merenda

Quem conhece o mundo real sabe que muitas crianças são estimuladas a frequentar às aulas porque também é servido comida na escola. Chega a dar nojo saber que essa escumalha que comandou o município de Canoas desviava recursos da merenda escolar do município, na gestão tucuna, sob liderança do safenado Chico Fraga. Se eu sou o pai de uma dessas crianças peço pra testemunhar contra esses safados. O advogado desse canalha diz que não sabe de nada sobre o assunto e se agarra em lacunas jurídicas do processo criminal para tentar se livrar da cadeia. Tenho nojo desses vermes.

2 de nov. de 2009

Blogs:enfiando o dedo na ferida


Carta Capital: o papel do PIG gaúcho

Artigo do jonalista Paulo Cezar da Rosa da Carta Capital dessa semana escreve sobre a relação estreita do PIG gaúcho com Yeda e o bombardeio midiático contra o governo Lula.
Confira:[...Já manifestei aqui meu distanciamento crítico quanto ao termo PIG. Esqueçam! Vocês, leitores, me convenceram de que é preciso trabalhar com o conceito. Mas vamos ao que interessa: O PIG gaúcho fez tudo o que podia e não podia por Yeda Crusius. Se alguma coisa vale a minha palavra, eu testemunho: nunca um governante teve tamanha boa vontade da mídia quanto Yeda Crusius. Nem mesmo Antônio Britto foi tão defendido. Yeda teve tudo, tudo, tudo. E ainda está tendo. E, em que pese o peso e importância da mídia na formação da opinião das pessoas, todo o apoio que foi dado à governadora não conseguiu forjar uma imagem positiva de seu governo. Ao mesmo tempo, o PIG gaúcho vem martelando contra Lula noite e dia nos últimos anos mas também não consegue imprimir uma imagem negativa ao presidente. Ao contrário, hoje Lula tem no RS praticamente os mesmos índices que possui no país. Ou seja, o papel do PIG gaúcho, cada vez mais, é enrolar peixe no dia seguinte....]Clique aqui para ler todo o artigo

1 de nov. de 2009

Pra onde vai FHC ?

No dia dos mortos, olha quem reaparece para assombrar os brasileiros: ele mesmo, FHC. É inacreditável que o ex-presidente da república Fernando Henrique Cardoso, cidadão que afundou ecomonicamente o Brasil por duas vezes, entregou o país quebrado e deu de lambuja grande parte do patrimônio público para mega trambiqueiros, tenha a cara-de-pau de escrever um artigo atacando um dos melhores governos que os brasileiros já tiveram nos últimos 50 anos. FHC não se conforma com o sucesso do Bolsa-Família, do Pré-Sal, do PAC e nem mesmo com a autoridade máxima de Lula na condição de comandante em chefe ao decidir qual será o vetor (aviões de guerra) de defesa que a FAB vai comprar (leia-se política de defesa e incorporação de tecnologia). FHC ataca e alerta a sociedadade (ahahaha) para o perigo que corre a democracia (ahahahahacocofcofcof) se Dilma Rousseff for eleita e faz uma relação chula dela com uma ditadura popular. AO FINAL DO ARTIGO ATACA OS FUNDOS DE PENSÕES E OS APONTA COMO GRANDES ALIADOS DO GOVERNO LULA-DILMA CONTRA AS FORÇAS "VIVAS" DO MERCADO E SEUS AMIGOS DO PIG. Quem vive no mundo real,como nós, sabemos que Lula apenas fez o que todos nós estávamos esperando que ele fizesse: governar para os mais pobres (e não para a elite), num país continental,com grandes diferenças raciais, sociais e políticas.
Como disse Luiz Carlos Azenha: É a primeira vez na História da política nacional em que alguém é ACUSADO de fazer obras importantes e históricas. Obras que, obviamente, não foram feitas nos oito anos de FHC. Por que? A quem servem essas obras? Quais foram as grandes obras de FHC e a quem serviram? Sim, sim, eu sei que o manifesto de FHC foi político. Foi um chamamento às bases mais reacionárias e conservadoras do Brasil. E uma forma de tentar deslocar o debate de uma comparação entre os governos FHC e Lula no campo econômico, onde os números para os tucanos são devastadores, para o campo da política, em que embusteiros como o próprio ex-presidente contam com a máquina publicitária da mídia corporativa para propagar suas teorias conspiratórias e reproduzir o discurso do medo.
Para onde vai FHC eu não sei, mas no dia 3 de outubro de 2010 meu voto será pela continuidade de um projeto que continue a priorizar a erradicação da pobreza, que invista ainda mais na educação, na saúde, na geração de empregos e na agricultura familiar,ou seja: meu voto é Dilma.

31 de out. de 2009

Como gastar R$ 1 bilhão em 12 meses

Yeda vai ao fundo, ao fundo do bolso do trabalhador (ahahaha). Vai meter a mão nos dois fundos, que ela mesma criou com a promessa de combater o desequilíbrio da previdência no Estado. Ela quer gastar R$ 1 bilhão em 12 meses. Ela vai precisar de muita ajuda (ahahahaha) . Vai fazer como fez o famigerado Antônio Britto, que chupou os fundos das privatizações da CRT para pagar empreiteiros e suas obras fantasmas. Provavelmente Yeda vai fazer como fez Britto: abrir centenas de canteiros de obras nas estradas (acesso asfáltico para os municípios) e colocar enormes placas nas entradas . Quando acabar a eleição só ficará às placas e o dinheiro do fundo será consumido para pagar os barões da mídia e os empreiteiros amigos. Yeda vai ter que montar uma equipe "experiente" para gastar essa dinheirama toda (ahahahah). Bem ! pelo menos o discursos do déficit zero já foi pro brejo, viu que ninguém deu bola pra tanta bobajada e colocou o discurso no lixo.

30 de out. de 2009

A crítica de Paulo Henrique Amorim à imprensa

A BM e os barões da mídia no mundo da fantasia


Já é comum ligar para o 190 (aquele que no governo Olívio só atendia em 15 segundos) e ninguém atender ou atender mas uma viatura demorar de três a quatro horas para chegar após o chamado de uma acorrência de assalto ou homicídio. Se for em áreas conflagradas pelo tráfico a policia só chega no outro dia já com o DML para levar os corpos. Pequenos furtos, roubos de veículos e atividades suspeitas, esqueça, isso só em filme da S.W.A.T.

Falo isso porque o comandante-geral da Brigada Militar (BM), coronel João Carlos Trindade voltou maravilhado de Israel, e deseja fazer "negócia" e comprar aeronaves não tripuladas capaz de gravar e transmitir imagens a três quilômetros de altitude. Trindade disse que a BM vai testar essa aeronave na Operação Golfinho (Parece que estou vendo a capa de Zé H com Yeda e o comandante da BM ao lado do avião e a seguinte manchete: Tecnologia Israelense na Operação Golfinho)

O coronel, preocupado com a Copa do Mundo no Brasil, em 2014, e o risco do Brasil se tornar alvo de atentados (ahahahahahahah) quer fazer mais "negócia" e comprar o fuzil Tavor pela bagatela de U$6,5 mil por peça,(preço apontado em sites especializados de armamento). Trindade gostou tanto do briquedinho que pretende comprar 80 deles. A arma é produzida aqui no Brasil pela Taurus, e já teria destino certo: pelotões e batalhões de operações especiais da corporação. Segundo ele, a arma é ideal para combater quadrilhas de assalto a banco (daqui 6 meses vai ter uma duzia dessas nas mãos dos assaltantes)

O certo é que mesmo que o governo Yeda compre poderosas armas ao custo de (R$ 880 mil reais) e aviões não tripulados (ela tem fascínio por aviões né ?) os brigadianos continuam a fazer bicos, ganhando mal, morando mal e sendo uma das polícias mais mal pagas do país, só perdendo para o estado do Piauí. Enquanto o comando da BM brinca de Forte-Apache e os barões da mídia trasmitindo e imprimindo o mundo da fantasia. Brincar de segurança pública não faz muita diferença num Estado onde as chamadas "forças vivas" e põe vivas nisso mostram um Estado que cresce como o rabo do cavalo, para baixo.

29 de out. de 2009

Operação tapa-buracos de Yeda


Pequenos agricultores do município de Ajuricaba-RS cansaram de esperar pelo famoso défict zero de Yeda e de suas ações midiáticas. Como eles precisam de estradas verdadeiras e reais para escoar a produção da próxima safra, meteram as mãos calejadas nas enxadas e pás e passaram o final de semama passado fazendo o que o governo Yeda não fez nesses três anos, trabalhar.
Os barões da mídia vendem o Estado maravilhoso de Yeda e de seu déficit zero. Das suas rotativas saem noticias boas e maravilhosas todos os dias sobre o governo tucano. Lá do alto da bufunfa de R$ 150 milhões de reais que Yeda gastou em mídia em 2008, eles apreciam o desmantelamento do RS sem culpa, afinal o Estado é grande e para todos (ahahahahaha). Com esse dinheiro, o Estado poderia, por exemplo, fazer 150 quilômetros de asfalto, suficente para asfaltar a estrada acima.
Vamos conferir no ano que vem quantos votos fará a governadora ou seus aliados em 2010 nessa cidade.

Estradas da morte do défict zero

O RS cresce como rabo de cavalo, para baixo. Nossas estradas passaram do terceiro para o 12º lugar no ranking das melhores estradas, perdendo até mesmo para o Piauí. Isso é o que demonstra a Pesquisa Rodoviária 2009 da Confederação Nacional do Transporte (CNT). Apenas 9,% dos trechos inspecionados no Rio Grande do Sul são classificados como ótimos e 61,6% apresentam condição de regular a péssima. A falta de uma malha ferroviária, o lobby das montadoras de veículos automotores (automóveis, ônibus e caminhões) transforma nossas estradas em verdadeiras roletas russas que jogam com a vida de famílias. Um país continental como o nosso não pode depender de estradas para transportar cargas ou pessoas. A quantidade de mortos anualmente, vítimas de acidentes, equivale a uma guerra. A mesma situação vale para nossas cidades que possuem transporte coletivo precário e ruas em péssimo estado de conservação.

28 de out. de 2009

Anistia denúncia discriminação hídrica por Israel na Cisjordânia


O relatório divulgado pela Anistia Internacional sobre a discriminação na distribuição de água na Cisjordânia denuncia a exploração por Israel de recursos naturais e a política discriminatória (na distribuição) de água nos territórios ocupados palestinos.

A Anistia Internacional denunciou em seu dossiê que Israel nega aos palestinos o direito ao acesso livre e adequado à água potável, ao controlar os recursos compartilhados, situação que a organização considera uma política de discriminação.

"Israel só permite aos palestinos o acesso a uma parte dos recursos hídricos compartilhados, que estão na maior parte na Cisjordânia ocupada, enquanto os assentamentos israelenses ilegais recebem praticamente abastecimento ilimitado", segundo Donatela Rovera, investigadora da Anistia.

Mais de 80% da água procedente do aquífero subterrâneo é compartilhado com a ANP para fornecer aos colonos judeus em território ocupado, enquanto os palestinos recebem da mesma fonte 20% dos recursos.

26 de out. de 2009

Pesar


É com muito pesar que lamentamos a morte da estudante Aline Jahn, 17 anos, e sua família, que estavam se dirigindo à Câmara de Vereadores de Novo Barreiro, para uma homenagem a jovem Aline como rainha da Feimate. Um choque envolvendo vários veículos provocou a morte de Aline, de seus pais, Aloísio Jahn, 56 anos, de Jurena Jahn, 52 anos, e de um sobrinho, Henrique, de cinco anos. Neste momento de profunda dor e tristeza apenas queremos dar nossa solidariedade para a Lisisane, mãe do Henrique e nossa amiga. Estaremos ai para te ajudar.

Base de Yeda tenta flexibilizar legislação ambiental do RS

O deputado Dionilso Marcon (PT), membro titular da Comissão de Agricultura Pecuária e Cooperativismo da Assembleia Legislativa, alerta que o PL 154/2009 dispõe sobre o Código Estadual do Meio Ambiente do Estado, protocolado pela base do governo Yeda, não representa o pensamento dos deputados da Comissão. Segundo o deputado, o presidente da Comissão, Edson Brum, simplesmente coletou nove assinaturas, exceto do PT e PSB e protocolou o projeto, sem uma discussão profunda com a sociedade.

A proposta, segundo o petista, tenta flexibilizar toda a legislação ambiental do Estado do RS e se coloca em desacordo com a legislação federal, em especial no que diz respeito ao Código florestal, garantindo igualdade entre a agricultura familiar e a agricultura empresarial. No atual Código Florestal Brasileiro a agricultura familiar tem tratamento diferenciado.

Marcon informa ainda que o projeto está tramitando rapidamente, e se aprovado, revogará o Código Estadual do Meio Ambiente, Código Florestal do Estado do RS, Organização do Sistema Estadual de Proteção Ambiental, Preservação do Solo Agrícola, Lei do Regramento de Corte de Capoeira que alterou o Código Florestal do RS, Lei que Instituiu o Sistema Estadual de Recursos Hídricos e a Lei que Dispõe sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos. "O PL, na forma que está, fará regredir a política ambiental do Estado, presente nessas sete leis estaduais em vigor", destaca Marcon.

O circo de Yeda

A cidade de Porto Alegre recebe anualmente uma série de circos, no entanto, o governo Yeda simplesmente criou o seu. Tudo bem que já estamos acostumados, mas dessa vez ela passou a utilizar uma via pública da Capital, em frente ao Piratini. O local está bloqueado há mais de seis meses, com o silêncio e a omissão da prefeitura de Fogaça.
A via, inicialmente foi fechada pela Brigada Militar e ponto final. Após isso, paulatinamente, foi instalada uma tenda plástica, e agora, temos uma espécie de tenda maior de alvenaria com teto de sapê. Festas, comemorações, e até empresas públicas são obrigadas a aportar atividades para preencher aquele espaço. Na realidade, o fechamento "forçado" serve pra contrapor a enorme quantidade de protestos e de manifestações contra o governo tucano. Como se não bastasse toda a parafernália, uma barraca Yanes foi montada atrás da oca, tendo a foto da governadora ao fundo, onde a base tucana se reveza diariamente. A via dá, ou dava, acesso aos veículos ao Palácio Farroupilha (Assembleia).

Buracos e lagoas


É impressionante a buraqueira das ruas de Porto Alegre e também nas estradas gaúchas. Na Capital é comum ter que desviar de buracos ou de tampos de redes de esgoto, que até parecem crateras lunares, mas como a mudança não pode parar (ahahaha) paciência.

No interior, as estradas, além da falta de de sinalização nas pistas (mas com muitos pardais), e da quantidade enorme de buracos, também apresenta verdadeiras lagoas nos dias de chuva: são pistas desniveladas e com o asfalto afundado. Motoristas de carros de passeio sofrem ao dirigir, pois em determinados momentos têm seus carros cobertos por cachoeiras de água, jogadas por caminhões ou ônibus, quando esses passam essas lagoas rodoviárias. Não vamos nem falar da qualidade do asfalto, nem da qualidade dos serviços das estradas pedagiadas. Uma vergonha

24 de out. de 2009

Latifúndio na terra e no ar

Se dependesse apenas de nossas elites, duas coisas nunca seriam feitas nesse país: a reforma agrária no campo e dos meios de comunicação. Mais de 75% das terras brasileiras estão nas mãos de apenas 800 mil proprietarios rurais, enquanto que os outros 4 milhões de estabelecimentos se concetram em apenas 25% dessas terras. O mais engraçado nisso é que 70% de tudo que está na mesa do trabalhador brasileiro tem origem nos 25% e não dos 75%, conforme comprovou o Censo da Agricultura Familiar.
Apesar da concentração absurda da terra, o latifúndio, agora, se uniu às grandes empresas transnacionais para abocanhar terras, águas e fontes energéticas, dando sustenção aos lucros de suas empresas ou da elite atrasada do campo. Enquanto isso os Barões da Mídia e o latifúndio não param de atacam o MST. O latifúndio além de não pagar suas dívidas agrícolas de seus financiamentos, impede que se atualize índices de produtividade do campo. Também grilam terras públicas, desmatam florestas para implantar o agronegócio e ocupam terras produtivas com produção de monoculturas de eucaliptos, cana-de-acuçar e soja para exportação e ainda apresentama agricultores sem-terra como criminosos via os barões da mídia.
Também se faz necessário a reforma agrária dos meios de comunicação do Brasil. Aqui, os barões da mídia, além de possuírem posição de partido político, com seus interesses e contradições, também agregam a concentração desses meios: rádios, jornais, TVs, Internet, e em vários Estados (PRBS), e ainda por cima fazem uma guerra implacável contra pequenas rádios comunitárias do interior do Estado. A saber: o governo Yeda, somente no ano de 2008, "investiu" mais de R$ 150 milhões de reais nesses barões para melhorar sua imagem. Esse dinheiro seria suficiente,por exemplo,para construir R$ 100 mil casas populares ou quem sabe, comprar mais de 26 mil hectares de terra na região de São Gabriel para fins de reforma agrária.
Me desculpem, mas não conheço nenhum agricultor que tenha comprado uma área do tamanho de Caxias do Sul apenas trabalhando. Aliás porque será que os latifundiários não gostam do Censo da Agricultura Familiar e nem de comparar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da região serrana gaúcha com a região da fronteira, pra ver os benefícios da reforma agrária. Na serra há milhares de pequenos agricultores que em espaços de apenas 25 hectares produzem mais do que latifundiários da fronteira pobre e miserável de nosso Rio Grande.
Quem não enxerga isso e ainda dá discurso de elite, mas tem bolso de classe média baixa, deveria trabalhar na fronteira durantes seis meses apenas (será que tem emprego ?). Tenho certeza que a opinião sobre o que digo mudaria radicalmente.