13 de abr. de 2010

Ataques virtuais, a guerra começou


Centenas de blogs de esquerda, e , é claro, o site do PT, foram atacados virtualmente nas últimas 24 horas. O site do PT está fora do ar e vários outros foram atacados durante o dia. Recomendo a máxima atenção e não deixem de trocar suas senhas sistematicamente. Na sua casa atualize o antivirus e scaneie semanalmente, e muito cuidado com o links de "amigos" do MSN. Loiras magníficas, morenas estonteantes, correntes sagradas querendo te adicionar, pode apostar, é chicana . A partir de agora serão constantes os ataques, e ninguém está imune.

12 de abr. de 2010

A buraqueira e o Déficit Zero de Yeda


Os reflexos da política do déficit zero de Yeda são sentidos diariamente pelos usuários nas rodovias gaúchas. A RS 118, artéria que liga a Região Metropolitana, está entupida e doente pela quantidade de buracos e sulcos no asfalto que podem engolir até mesmo um veículo pequeno. No interior do Estado, além da buraqueira nas rodovias estaduais, o mato e a macega tomam conta dos canteiros. Entre Nova Prata e Nova Araça a gente tem que escolher em que buraco vai cair, e à noite aquilo vira uma roleta russa. Coitado dos caminhoneiros que precisam utilizar as rodovias estaduais do déficit zero de Yeda e de seus aliados (PMDB, PTB, PP,PPS).

Cotiporã precisa de asfalto


No sábado, por compromissos profissionais, tentei continuar a subir a serra pela rodovia 470 que liga Bento Golçalves a Veranópolis, Vila Flores e Nova Prata. No entanto, não me foi possível seguir por essa importante ligação asfáltica. Esta ficou interditada por 27 horas, eu disse 27 horas, devido a um acidente ocorrido com um caminhão que levava carga tóxica (metanol), fazendo com que centenas de carros, caminhões e motos seguissem a única alternativa existente: seguir pelo interior de Bento Gonçalves via distrito de Faria Lemos indo ao município de Cotiporã. Ocorre que o trecho entre esse município e Bento Gonçalves, lamentavelmente, não possui acesso asfáltico por cerca de 12 quilômetros. Era um mar de poeira e a sorte que a estrada estava boa, mas precisa de asfalto urgente. O local é uma grande alternativa de transporte viário para vários municípios da região serrana, além de possuir cenários maravilhosos cercada de vales e montanhas.

Entendo que as comunidades de Cotiporã, Veranópolis e Bento Gonçalves deveriam se unir com o objetivo de buscar dos governo Estadual o acesso asfáltico para esse município, pois, com certeza, acarretará em benefícios para a indústria, comércio e com certeza o turismo.

11 de abr. de 2010

O Brasil pode mais, mas não com Serra

Ontem, no lançamento de Serra a pré-cadidato à Presidencia da República, o seu maior cabo-eleitoral, o ex-presidente Fernando Henrique disse que o Brasil pode mais, fazendo alusão que Serra pode superar a gestão Lula/Dilma e que nos últimos tempos viajou pelo país em busca de obras do governo Lula e que não encontrou nada. FHC afirmou ainda que cumpriu o que prometeu e que tudo o que está ai no governo Lula, foi plantado no governo dele (ahahaha).

Bem ! se fosse assim, seria só multiplicar por três e , então, o dolar estaria em 12 reais, a taxa de juros em 78%, a taxa de desemprogo em 30% e o patrimônimo público todo dilapidado. FHC pode não ter achado as obras do governo Lula, mas o povão achou e é por isso que a cada pesquisa, Lula bate recorde de aprovação popular, passando o patamar dos 80%. FHC não enxergou as 14 Universidade Federais, a expansão dos cursos técnicos, o prouni, as milhões de casas populares construidas ou financiadas, o bolsa-família, o Fome Zero, novas estradas, novos portos e aeroportos, isenção de impostos e por ai vai.

O Brasil pode mais mesmo, mas não com o afilhado de FHC

9 de abr. de 2010

Aço aumenta 22% em um ano, culpa de quem ??

O governo Federal está de olho no preço do aço nas siderúrgicas para evitar que a matéria-prima aumente ainda mais e pressione a inflação. Segundo o ministro Mantega, a alta nos preços do produto não se justifica porque as usinas vinham com capacidade ociosa desea crise neoliberal de 2008. Mantega avisou que não permitirá inflacão no setor.

Empresários que utilizam o aço como matéria-prima seus produtos (eletrodomésticos, construção civil e veículos) pediram que o governo reduza a zero o imposto de importação do aço. Segundo o presidente da Associação do Aço do Rio Grande do Sul, José Antônio Martins, classificou como “exorbitantes” alguns aumentos no preço do aço praticado por usinas que fornecem o produto. Segundo Martins, desde o final do ano passado, a alta acumulada do produto já passa de 22%.

Grande parte dessas usinas, tanto aqui quanto lá fora, estão nas mãos do grupo Gerdau e de seus sócios no exterior (cartel), essa mesma multinacional possui participação acionária majoritária em várias empresas de siderurgia na América Latina e Estados Unidos. Ou seja, a turma do aço quer descontar o prejuizo da bancarrota de 2008 nos bolsos dos brasileiros, haja vista, que todo o custo é repassado ao consumidor final. Com a palavra o cartel do aço.

8 de abr. de 2010

Selo Fiscal para Vinho


O ministro da Fazenda, Guido Mantega oficializa hoje (08), na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), o selo fiscal do vinho gaúcho. A decisão, segundo o governo, deverá garantir mais qualidade ao produto local e coibir a informalidade do setor (leia-se contrabando). O selo era uma reivindicação das entidades vitivinicultoras do Estad, no entanto, muitas empresas familiares estão apavoradas com a decisão e entendem que o selo inviabilizará a produção artesanal.

O deputado Dionilso Marcon (PT) juntamente com o diretor de Política Agrícola e Informação da Conab, senhor Silvio Porto, estiveram reunidos para discutir o tema, na comunidade de Faria Lemos, na vinícola Cristofoli, pertencente ao município de Bento Gonçalves, com representantes da União Brasileira das Vinícolas Familiares de Pequenos Produtores – Uvifam e com a participação de outras entidades do setor.

Silvio Porto defendeu o selo e entende que a ferramenta ajudará no combate ao contrabando de vinhos em nossas fronteiras, que se presume estar na ordem de 13 a 15 milhões de garrafas/ano. No entanto, Porto afirmou que o governo está aberto a receber sugestões para aprimorar o instrumento, garantindo que os pequenos produtores de vinho possam se adequar as novas exigências.

Para Silvio Porto um dos maiores problemas do setor está na carga tributária estadual. Silvio Porto destaca que o Rio grande do Sul possui um tributo de 17% sobre o vinho, enquanto que o Estado do Paraná, por exemplo, pratica alíquota zero, e nosso vizinho estado de Santa Catarina trabalha com o percentual de 6%. Segundo ele, é fundamental que o setor reivindique ao governo do Estado a equiparação com as alíquotas dos estados vizinhos para que o vinho gaúcho possa ter competitividade.

O Diretor da Conab também alertou para que o setor fique atento para a execução dos antigos acordos internacionais firmados entre os países do MERCOSUL na década passada. Segundo ele, esses acordos não colocaram travas para proteger o setor vitivinícola brasileiro e podem prejudicar em muito a cadeia produtiva. Contudo, o governo federal está elaborando políticas a longo prazo, estimulando os produtores de uva a destilar parte da safra 2010, transformando-a em álcool vínico. Segundo ele, em 2011, esse produto pode utilizado para a fazer a correção do teor alcoólico do vinho, dispensando o uso de açúcar de cana e garantindo que o pagamento do preço mínimo do produto.

Quem quer tudo fica sem nada

O PSB está isolado politicamente. Como o PC do B estará junto com o PT na candidatura de Tarso Genro e o PP estará com o PSDB de Yeda, e o PTB vai com os DEMOS, resta a o deputado federal Beto Albuquerque apenas o suicídio político se concorrer sozinho ou renovar suas antigas alianças com a Frente Popular. Acredito que a base do PSB não pretende se imolar em 2010.

Racha no PP

Alguns deputados estaduais do PP gaúcho, acostumados a negociar o apoio ao governo na Assembleia diretamente com o governo Yeda criaram um racha eno partido e entre as bancadas estadual e federal. O líder da bancada, João Fischer, quer fechar logo o acordo com o PSDB, mas apena na cabeça de chapa (governo do Estado), no entanto, nota assinada pelos deputados federais Afonso Hamm, José Otávio Germano, Luis Carlos Heinze, Renato Molling e Vilson Covatti exige a coligação em todos os níveis da eleição estadual. Nesse complicado jogo do xadrez político o pavor do PSDB tem fundamento, pois ao se coligar na proporcional, provavelmente reduzirá o tamanho da bancada tucana na Câmara. Eu assino embaixo da nota dos deputados federais (ahhahahaahah)

7 de abr. de 2010

De João Pedro Stédile para Luis Nassif

Estimado Luis Nassif,

tenho lido com alguma frequência seus artigos e cumprimento por sua clareza, determinação e coragem. Vi um comentário recente (em http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/03/28/sobre-manifestacoes-e-estrategias-politicas/ ), que faz referência a declarações que eu teria dado ao Zero Hora, de Porto Alegre, fazendo uma suposta autocrítica sobre as ocupações de terra.

Infelizmente, o jornalista charlatão me fez uma longa entrevista de mais de uma hora, e depois editou de acordo com os interesses de seus patrões. Mas gostaria de esclarecer o sentido das minhas respostas para você e seus leitores.

No atual período histórico, disse e reafirmo, não está mais em disputa apenas os interesses dos pobres sem-terra e dos latifundiários, que se apropriaram de grandes extensões de terras públicas mantidas ociosas como reserva de valor.

Estamos num novo período histórico, determinado pelo avanço do capitalismo internacional e financeiro sobre a agricultura brasileira, que leva a uma disputa entre dois projetos socioeconômicos para organizar a produção agrícola.

De um lado, os latifundiários “modernizados” (em geral, propriedades acima de 500 hectares), que construíram uma aliança com as empresas transnacionais, fornecedoras de insumos, sementes e compradoras da produção. Dessa forma, impõem o preço e controlam o mercado externo, a quem se destinam as chamadas commodities.

Esse modelo se chama de agronegócio, que se caracteriza pela necessidade de concentrar a propriedade da terra para aumentar cada vez mais a sua escala.

Expulsa o povo do interior para as grandes cidades, porque não oferece oportunidades de trabalho suficientes aos trabalhadores rurais.

É agressor do ambiente, pois o monocultivo destrói todas as outras formas de vida vegetal e animal, e só consegue produzir com elevado uso de venenos agrícolas. Daí porque o Brasil se transformou no maior consumidor mundial de agrotóxicos do mundo – que são, aliás, produzidos por empresas transnacionais.

Do outro lado, temos a agricultura familiar, que prioriza o mercado interno, com a produção de alimentos sadios, por meio de práticas agrícolas em equilíbrio com a natureza, com agricultura diversificada e que demanda muita mão-de-obra.

No outro ciclo histórico, a ocupação de terras era a principal forma de luta. Era suficiente para enfrentar o latifúndio e abrir um processo de democratização da propriedade da terra. E foi com essa prática que o MST nasceu.

Agora a ocupação de terras é insuficiente para enfrentar o modelo do agronegócio. Por isso, além das ocupações, o MST deve desenvolver novas formas de luta, que envolvam todos os camponeses e outros setores da sociedade interessados em mudar esse modelo de exploração agrícola, que agride o ambiente e produz alimentos contaminados.

Ou seja, nas regiões do país em que ainda existem muitos latifúndios improdutivos e trabalhadores sem-terra, certamente a ocupação continuará sendo a principal forma de luta – que vem acontecendo, inclusive, independente da existência do MST -, implementada por diversos movimentos sociais ou como reação à pobreza de comunidades rurais.

No geral, além das ocupações, devemos desenvolver novas formas de luta, para conscientizar a sociedade das perversidades do agronegócio e suas conseqüências para o nosso povo e para toda a sociedade.

Certo de sua atenção, receba um forte abraço

Culpa do LULA e da Dilma: Classe A/B e C se expandem

Pesquisa anual da Cetelem-Ipsos, confirma a mobilidade social do povo brasilieiro nos últimos cinco anos. Nesse tempo (culpa du Lula) a classe D/E perdeu 27 milhões para a C. Essa camada social agora é formada por 93 milhões de pessoas. Também as classes A/B cresceram de 15% para 16%, enquanto as D/E encolheram (de 40% para 35%). Foram 30 milhões de brasileiros e brasileiras que ascenderam devido as políticas sociais e econômicas do governo Lula,/Dilma tais como: bolsa-familia, Fome Zero, Prouni, a criação de 12 Universidades Federais, redução da carga de impostos para a classe média e é claro muita geração de emprego. Isso é culpa do Lula, isso é culpa do PT

6 de abr. de 2010

Pra vc

Yeda aponta latrocínio

Ao se manifestar sobre a crise entre o Ministério Público e a Polícia Civil no caso do assassinato de Eliseu Santos a governadora Yeda Crusius comprou a tese do latrocínio antes mesmo de que o caso fique totalmente apurado. Ela reiterou seu total apoio às investigações da Polícia Civil. Segundo o que o ex-deputado Marcos Rolim publicou no seu twitter, essa relação de Yeda com a Policia Civil sempre foi mal explicada ou simplesmente não explicada pelo uso do sistema Guardião e do aparato de segurança do Estado para espionar adversários políticos do governo (denúncia que envolveu diretamente o chefe de gabinete da governadora, Ricardo Lied.

O terrenão da Fase

O governo Tucano de Yeda já está de olho na copa do mundo (ahahahahha). Já tramita na Assembleia Legislativa o projeto que prevê a permuta de uma área de 73,56 hectares da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Fase) pela construção de nove unidades descentralizadas da Fase. Para quem não conhece o local, ele situa-se no lado oposto ao estádio Beira-Rio e é praticamente uma mina de ouro no mercado da construção civil. Segundo o deputado Raul Pont (PT) no projeto falta informação sobre o valor do imóvel e a não definição de onde serão construídas as unidades descentralizadas.

No local, segundo informações, está prevista a construção de um hotel de luxo, centros comerciais e milhares de vagas de estacionamento. O valor dessa área vale muito mais que a construção de apenas nove casas para os internos. Cabe aos funcionários da Fase se mobilizarem para que o governo Yeda não troque ouro por espelho, numa versão tucana que quem perde é o Estado e não governo.

5 de abr. de 2010

A derradeira fase de Yeda

Segundo pesquisa do Datafolha, o índice de aprovação do govenro Yeda passou de 12 % para 22%, e a rejeição, que era de 50% baixou para 42%. Assim como o caso Eliseu Santos, os casos de corrupção no governo Yeda sempre foram colocados em segundo plano pelo PIG, e nem foi a oposição, leia-se PT, responsável pelas denúncias, mas pelos próprios membros do seu governo.


Além dos três anos de estagnação econômica e de discursos de crise, que fez até o presidente da Fiergs puxar as orelhas de integrantes do governo tucano por passar uma imagem do estado muito negativa , a mídia guasca cansou de criar novas fases para o governo Yeda após sucessivas denuncias de corrupção. A troca de dezenas de secretários e a falta de compromissos com suas promessas de campanha fez com o governo Tucano chegasse ao patamar de 55% de rejeição da população. O abandono da saúde, da segurança pública e da educação foram sentidos pela população, no Estado campeão em homicídios e outros delitos graves.

Nesta nova e derradeira fase de Yeda, a governadora pretende gastar R$ 1 bilhão de reais do Fundo Previdenciário do funcionalismo em menos de 12 meses. Assim como no governo Britto (ex-PMDB) a tucana destinará a maior parte desses recursos para as empreiteiras, garantindo canteiros de obras (que não vai terminar), abandonando de vez o discurso de déficit zero. Na Assembleia , após três anos sem reajuste para os servidores públicos, Yeda forçou ao máximo em garantir reajustes para servidores, inclusive oferecendo em quatro anos apenas 6% para os professores e 12 % para os praças da BM.

O PIG vai ajudar Yeda, vai bombar aliança entre o PSDB e o PP no estado, garantindo palanque para Serra e um discurso para os programas de rádio e TV. Para o PIG guasca interessa a representação política na Assembleia, na Câmara e o grande sonho,: deixar o PT de fora do segundo turno no Estado e garantir uma representante do PIG no Senado.

4 de abr. de 2010

Balada IV : David Guetta - When Love Takes Over (Feat.Kelly Rowland)

Balada III: AlexUnderBase - Privacy (Official Music Video) HD


BALADA II : MOBY: GO



Balada: Edward Maya ft Alicia-Stereo Love

Detalhes "esquecidos" do debate de 89

Nem sabão de glicerina é neutro nessa terra

Quem aqui já não brincou numa festa de amigo secreto e ao falar sobre ele diz tudo ao contrário das caracteristicas pessoais do presenteado até que os participantes descubram o seu nome ? Pois bem, é mais ou menos assim que ocorre na nossa querida mídia nacional e guasca. Hoje (04/03), na pagina 11 o grupo RBS lançou o editorial "Compromisso com a Transparência" onde o grupo orienta seus colaboradores e avisa seus eleitores do seu compromisso com a [....neutralidade perseguida pelo Grupo na cobertura de uma eleição....], além de publicar "Normas para a cobertura eleitoral".

Ocorre que aqui nessa terra nem sabão de glicerina é neutro, muito menos um grupo de mídia com tentáculos e intéresses financeiros, tanto na iniciativa privada, quanto na esfera pública, por interesses em projetos, legislação e longooss financiamentos s dos governos Federal e e Estadual. O grupo Gávea investimentos, por exemplo, é um dos sócios do grupo RBS, e tem como um dos seus maiores acionistas o senhor Armínio Fraga (ex-presidente do Banco Central de FHC), assim como tem no Conselho de adminsitração do grupo o senhor Pedro Parente, membro destacado do governo Fernando Henrique, primeiro como ministro-chefe da Casa Civil e, no final do segundo mandato, como comandante do ministério do apagão.

Sobre a "cobertura" ser isenta, isso nem precisaria escrever, deveria ser uma obrigação, mas chama a atenção que já página ao lado "coincidentemente" há um artigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso com o título "Hora de união" , em que FHC rechea os parágrafos com testes desabonadoras para Dilma Rousseff, dando a entender que será autoritária e que o partido terá o controle do Estado. Ao final, FHC chama voto para Serra e a união das oposições (?????) para: [....conduzir-nos para uma vitória que nos dê esperança de dias melhores. Tenho certeza de que não nos decepcionarão.]

Bem ! Se esse artigo não é propaganda eleitoral antecipada então eu não sei o que isso significa. O grupo se resguarda da propoganda escamoteada no artigo de FHC no último item de suas normas internas: 15) Durante o período eleitoral (5 de julho a 31 de outubro de 2010), os veículos da RBS devem se abster de publicar artigos que caracterizem propaganda de candidatos ou partidos.

Enquanto 5 de julho não vem FHC pode fazer propaganda para Serra e pregando a união da tal oposição (PIG+DEMOS+PSDB+PFL) nos editoriais que publica mensalmente nos grandes-pequenos jornais nacionais.

Eta transparência embaçada a dessa turma do PIG