29 de nov de 2009

ARRUDA 40%



No vídeo, o governador do DF recebe um maço de dinheiro. Durval entregou 30 videos à PF e ajudou nas investigações, depois que foi exonerado. Arruda ficaria com 40% do dinheiro, o vice-governador Paulo Otávio com 30%. O restante do dinheiro seria dividido entre secretários, assessores do governo e deputados distritais. O inquérito da PF também mostra imagens de uma mala cheia de dinheiro que seria dividido entre os envolvidos.

Com a palavra o "nosso" teu deputado federal Onyx Lorenzoni dos DEMOS. Será que a mídia quasca vai entrevistar ???? ahahahahahahahahha

DCE da UFRGS na privada

Zé H de hoje (29) garante um generoso espaço para o presidente eleito do DCE da UFRGS, Renan Pretto. Ele e sua chapa defendem o apartidarismo do Diretório Central dos Estudantes (ahahahhaha) e a iniciativa privada. também sugerem a criação de empresas juniores e auxiliar as empresas já existentes. Não sei porque esse cidadão não vai estudar em uma universidade privada, já que ele acredita tanto na qualidade e nos valores da livre iniciativa (ahahahaha). Aliás, falando em conquistas, se ele não paga um centavo de mensalidade é porque essa esquerdalha partidarizada (ahahahaha) lutou muito para que FHC e os tucanos não quebrassem a universidade e deixassem que Unibams da vida tomassem conta do campinho. Que a chapa é de direita e conservadora e só ganhou o DCE porque a esquerda rachou (ahahahha) todo mundo já sabe, agora, defender o apartidarismo militando no Partido Progressista é de doer.

Os vencidos não se entregam


A jornalista Liana Lila, da revista Carta Capital, esteve no acampamento Rosa de Luxemburgo,em São Paulo, e fez um bela matéria sobre o o dia-a-dia vivido pelos agricultores sem-terra, que esperam pela desapropriação das terras, confira:

No acampamento Rosa Luxemburgo, como em tantos outros ligados ao MST, as condições de vida são precárias. As lonas esquentam em demasia durante o dia, falta água e energia elétrica. Mas o que mais incomoda as 180 famílias acampadas nos arredores de Iaras, no sudoeste de São Paulo, são as tempestades. “Você nunca sabe se vai deitar e amanhecer em pé ou não. Tudo sai voando, eu tenho um medo terrível. Se cai granizo é pior ainda, porque você vê que a lona não vai resistir. Depois que passa, a gente sai para ver o que sobrou, todo mundo tem de se ajudar para reconstruir”, afirma Rosalina Beatriz de Oliveira, acampada há cerca de um ano.

A fazenda Agrocentro, que dá lugar ao acampamento, foi declarada improdutiva pelo Incra e aguarda a conclusão do processo de desapropriação. Para chegar lá, depois de três horas pelas modernas estradas do estado, o progresso do agronegócio se faz mais tímido e grandes buracos no asfalto dificultam a circulação dos veículos. Em seguida, o carro segue derrapando na areia grossa, ao longo de 32 quilômetros de estrada de terra cercada de plantações de eucalipto e cana.
Na fazenda o pasto deu lugar aos barracos de lona que surgem no horizonte. Com o sol forte na cabeça e a terra fervendo sob os pés, o olhar insiste na busca por um abrigo, mas são poucas as árvores que sobraram. No interior dos barracos a temperatura é insuportável.

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