18 de nov de 2008

O militar citado por suposta fraude aos cofres do INSS é o coronel reformado Cairo Bueno de Camargo, presidente da Associação dos Oficiais da Brigada Militar (AsofBM) e Associação Nacional dos Oficiais das Polícias Militares. Ele confirmou que, pela manhã, os federais estiveram na sua casa e apreenderam uma agenda sua.
o militar se disse surpreso com toda essa história e que trata-se de uma mal entendido. Prometeu também processar por danos morais as pessoas que envolveram o seu nome na investigação.

Pedágios:

O deputado Dionilso Marcon (PT), pediu ao presidente da Assembléia Legislativa, deputado Alceu Moreira (PMDB), para que o seu projeto, que trata da criação do plebiscito sobre os pedágios e que está na Comissão de Constituição e Justiça, tramite junto com a proposta que trata da antecipação da prorrogação dos contratos entre o governo estadual e as concessionárias de rodovias. O pleito de Marcon ampara-se no artigo 182 do Regimento Interno da Casa. Este dispositivo determina a tramitação conjunta de duas matérias correlatas e a supremacia da mais antiga.

O deputado criticou a insistência do governo Yeda Crusius para antecipar a prorrogação destes contratos, que só vencem daqui a cinco anos.

Link para o discurso do deputado no you tube

Oficial 171


Na operação que a Polícia Federal (PF) prendeu 13 pessoas na manhã desta terça-feira durante as operações Chacrinha e Sonho Encantado, realizadas contra fraudes na Previdência no Rio Grande do Sul. Seis prisões foram feitas na Operação Chacrinha, realizada em Porto Alegre e Viamão. As outras sete ocorreram na Sonho Encantado, em Encantado, Muçum, Relvado, Roca Sales e na Capital. Pelo menos 30 pessoas serão indiciadas por receber benefício fraudado, entre eles está um conhecido coronel da reserva da Brigada Militar, que recebia de forma ilegal aposentadoria de R4 3 mil do INSS.

Nesta terça-feira (18), o Cpers-sindicato e o comando de greve do magistério vieram à Assembléia Legislativa pedir aos deputados estaduais para que não votem o projeto que propõe um salário-base à categoria. Os educadores entendem que esta iniciativa do governo estadual prejudica a classe e ameaça o plano de carreira. “Vamos apresentar uma carta-compromisso solicitando garantias de que os deputados não votarão a proposta da governadora Yeda Crusius no final do ano letivo ou durante o recesso escolar”, frisou Rejane de Oliveira, presidente da entidade.

Segundo a professora, a retirada do projeto é a única possibilidade do Cpers-sindicato chamar nova assembléia para decidir sobre a greve. “Trata-se de uma medida autoritária da administração Yeda Cruius. Ela apresentou a proposta às vésperas da assembléia da categoria, que tinha como propósito abrir um diálogo com o governo. Yeda criou o conflito. Cabe a ela retirar o projeto”, ressaltou Rejane.

Fonte: www.ptsul.com.br

171º da BM. E no comando?



A Brigada Militar completa hoje 171 anos de existência. O número 171 simboliza não só o aniversário da instituição, mas também cai como uma luva para retratar o jeito "esperto" do seu comandante. Ele faz vistas grossas ao estado de penúria e de abandono dos seus mais de 22 mil servidores, mas utiliza os parcos recursos da BM para reprimir movimentos sociais, bater em professores e agricultores ao invés de combater a real criminalidade.

Até hoje, não foi anunciada nenhuma "estratégia" , plano, projeto ou meta do comando da BM para, pelo menos, conter ou aumento da criminalidade, que campeia solta em nosso Estado.

A custa de um "desumano torniquete fiscal" imposto pelo governo Yeda, a infra-estrutura da segurança pública foi sucateada ( rádios, coletes, comunicações e armas). Hoje é comum ligar para o 190 (emergência) e ninguem atender. Pensar a segurança pública não representa apenas a compra de algumas viaturas, mas sim, devolver a dignidade aos seus servidores, com salários dignos, que muitas vezes são assassinados ou baleados em "bicos" nos mercadinhos de esquina ou como seguranças de lojas, para posteriormente serem abandonados pelos seus comandos.

Parabéns aos servidores a BM, pela sua resistência.

Foto: eduardo Seidl


O Comando de Greve do CPERS/Sindicato avalia como bastante positivo o primeiro dia da greve pela retirada do Piso de Yeda e para que nenhum projeto voltado a retirar direitos dos educadores seja votado durante o recesso escolar. A greve foi definida em assembléia geral realizada na sexta-feira 14, em Porto Alegre.Balanço feito pelo sindicato aponta uma adesão estimada em 80% no primeiro dia de paralisação. A greve é forte nas regiões de Passo Fundo, São Borja, Litoral Norte, Soledade, Carazinho, Cruz Alta, Santo Ângelo, Santa Maria, Cachoeira do Sul, Pelotas, Bento Gonçalves, Bagé, Santa Cruz do Sul, Uruguaiana, Três de Maio e Vale dos Sinos. Na capital, a adesão foi forte num bom número de escolas. Grandes e tradicionais instituições de ensino, como Júlio de Castilhos, Instituto de Educação, Ignácio Montagna, Protásio Alves, Rubem Berta, Padre Reus, Padre Rambo, Luciana de Abreu, Alberto Torres, Rafaela Remião, Costa e Silva, Rafael Pinto Bandeira, Presidente Roosevelt, Jardim Vila Nova, Antão de Farias, Ernesto Dorneles, Brigadeiro Francisco Lima e Silva, entre outras, aderiram ao movimento.