3 de set de 2010

O silêncio do PIG e seus arautos nos casos Banrisul e da arapongagem do Piratini

A imprensa guasca trata os casos do Banrisul e de mais um caso de arapongagem do Piratini como se fossem coisas comuns, crimes comuns, e que não possuem relação com o viés político (PSDB e PMDB), aliás, deu mais destaque para o que a Yeda falou  do que propriamente do crime. No primeiro caso o PIG guasca chegou até a dar na capa uma espécie de isenção à direitoria com um documento do Banco Central, uma verdadeira piada. Hoje, o jornalista Lasier Martins, em seu programa vespertino, tratava o assunto do araponga como um caso corriqueiro, na maior naturalidade. Nem fez questão de relembrar que esse tema ja foi pauta de uma investigação no ano passado, onde o então Chefe da Casa Civil de Yeda, estava metido até o pescoço em arapongagem, espionando o deputado Luis Fernando Schimdt do PT, candidato a prefeito em Lajeado.

A imprensa livre sabe, mas cala ao não denunciar o que todos nós já sabemos: o sargento César Rodrigues não agia sozinho e foi até promovido por Yeda com uma gorda FG três dias antes de ser preso (uma forma de silenciar ??) . Qual será o grande serviço relevante que esse araponga fez para o governo para receber tamanha gratificação ? Além de usar carros oficiais do Palácio para extorquir donos ou arrendatários de máquinas de caça-níqueis e ameaçar policiais, o bandido fardado  da casa Militar também fazia espionagem política. Para quem ele fazia ?  para o PSDB ? a mídia livre não cobra nadaaaaaa.

A imprensa livre (ahahha) não está fazendo a mínima força para descobrir essas questões e toda essa lama. Até já colocam o assunto nos últimos links das suas páginas na internet. A única coisa que o PIG fala é do vasamento de dados da receita do Serra, mas das falcatruas do Banrisul e da arapongagem do governo Yeda fica bem pianinho.

Essa é a nossa imprensa LIVRE.

Mais arapongagem do Piratini

Um sargento da Brigada Militar (BM), ligado a Casa Militar do Piratini foi preso hoje (03) por extorquir  contraventores de máquinas caça-níqueis em Canoas, na Região Metropolitana. Ele também usava carrou oficial do Estado e mamava R$ 5 mil por mês desse esquema. O militar também fazia arapongagem e devassava dados sigilosos do sistema integrado de consultas da Secretaria de Segurança sobre políticos. Esse deve ter feito escola  nesses quatro anos com seus chefes no Piratini.