12 de abr de 2010

A buraqueira e o Déficit Zero de Yeda


Os reflexos da política do déficit zero de Yeda são sentidos diariamente pelos usuários nas rodovias gaúchas. A RS 118, artéria que liga a Região Metropolitana, está entupida e doente pela quantidade de buracos e sulcos no asfalto que podem engolir até mesmo um veículo pequeno. No interior do Estado, além da buraqueira nas rodovias estaduais, o mato e a macega tomam conta dos canteiros. Entre Nova Prata e Nova Araça a gente tem que escolher em que buraco vai cair, e à noite aquilo vira uma roleta russa. Coitado dos caminhoneiros que precisam utilizar as rodovias estaduais do déficit zero de Yeda e de seus aliados (PMDB, PTB, PP,PPS).

Cotiporã precisa de asfalto


No sábado, por compromissos profissionais, tentei continuar a subir a serra pela rodovia 470 que liga Bento Golçalves a Veranópolis, Vila Flores e Nova Prata. No entanto, não me foi possível seguir por essa importante ligação asfáltica. Esta ficou interditada por 27 horas, eu disse 27 horas, devido a um acidente ocorrido com um caminhão que levava carga tóxica (metanol), fazendo com que centenas de carros, caminhões e motos seguissem a única alternativa existente: seguir pelo interior de Bento Gonçalves via distrito de Faria Lemos indo ao município de Cotiporã. Ocorre que o trecho entre esse município e Bento Gonçalves, lamentavelmente, não possui acesso asfáltico por cerca de 12 quilômetros. Era um mar de poeira e a sorte que a estrada estava boa, mas precisa de asfalto urgente. O local é uma grande alternativa de transporte viário para vários municípios da região serrana, além de possuir cenários maravilhosos cercada de vales e montanhas.

Entendo que as comunidades de Cotiporã, Veranópolis e Bento Gonçalves deveriam se unir com o objetivo de buscar dos governo Estadual o acesso asfáltico para esse município, pois, com certeza, acarretará em benefícios para a indústria, comércio e com certeza o turismo.