7 de mai de 2009

Di mintirinha

Companheiros de longa data, o PMDB e o PSDB parece que nasceram um para o outro em suas parcerias. O PSDB foi vice do PMDB em vários governos. Em especial aos sempre lembrados Antônio Britto e Rigotto (ahahahacofcofcof) . Atualmente, o principal esteio politico de Yeda no parlamento é o PMDB,que garante, por exemplo, que CPIs e audiências públicas polêmicas sejam rejeitas às pencas na Assembleia. A escuderia do PMDB ao governo Yeda tem preço político e não é barato (lembram da fala do Busatto), e como diz o nosso senador paladino da ética na política, Pedro Simon, Yeda tem coragem de fazer (ahahahha). Imaginem o Fogaça na campanha ao governo estadual dizendo que fica o que é bom, muda o que é ruim (ahahahahaha). O certo mesmo nisso tudo é que essa briguinha de Yeda e de Fogaça é tudo de faz de conta, e com certeza um palanque quentinho para Serra (PSDB) está sendo montado pelos dois no pago mais politizados do Brasil. O desejo dos dois é o mesmo, deixar o PT fora do segundo turno em 2010, tanto lá quanto aqui. Foto: Jefferson Bernardes / Palácio Piratini

Assembleia se mobiliza contra a seca


Entidades ligadas à agricultura e aos municípios gaúchos reuniram-se (06) no gabinete da Presidência da Assembleia Legislativa para discutir sugestões de combate à seca que já devasta a economia e ameaça o norte e o noroeste do estado. A reunião foi convocada pelo presidente da Casa, Ivar Pavan (PT) e contou com a participação dos deputados Edson Brum (PMDB, presidente da Comissão de Agricultura), Dionilso Marcon (PT) e Adroaldo Loureiro (PDT), lideranças da Federação dos trabalhadores na Agricultura (Fetag), Farsul, Fetraf-Sul, MST, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Fecoagro, Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Coredes e Ocergs.

Ficou acertado a realização de uma audiência pública, na próxima semana, com a presença de ministros e secretários de Estado, para tratar do problema, além de unificar a pauta e as ações do movimento e transformar as reivindicações, já conhecidas dos governos, em um único documento. Até agora já são 182 municípios que decretaram situação de emergência no Rio Grande do Sul por causa da seca.

O quadro apresentado pelos participantes foi de grande preocupação. Para enfrentá-la, a maioria dos participantes apontou a necessidade de os governos estadual e federal implantarem medidas emergenciais como a anistia de dívidas até um determinado valor, e da semente no troca-troca, a criação de uma bolsa estiagem para manutenção das famílias na propriedade e até um fundo de reserva, a exemplo do existente para a região nordeste brasileira, que garanta recursos emergenciais às famílias de agricultores. O deputado Dionilso Marcon afirmou que o governo do estado tem recursos para ajudar os agricultores e precisa agir antes que seja tarde.

As medidas estratégicas para combater o problema ambiental, que envolva o reequilíbrio do meio ambiente e estabeleça uma política de prevenção à secas, será discutida mais adiante, após ser revolvida a situação emergencial. Jairo Boelter, da Fetraf-Sul, defendeu que é hora de o Governo do Estado implantar seu anunciado programa de irrigação.

Para Adelar Pretto, do MST, é preciso atacar a causa do problema, que, segundo ele, está na degradação ambiental e segundo o representante da Farsul, Jorge Rodrigues, a economia gaúcha sofrerá prejuízos da ordem de R$ 730 milhões com a estiagem atual. “São recursos que deixarão de circular no comércio e setor de serviços, com perdas nas safras de grãos e na produção do leite”. Fonte: Agencia AL/RS: Gilmar Eitelwein - MTB 5109