18 de abr de 2016

Temer é a ponte para o abismo

É repugnante ver jornalistas amestrados defendendo o golpe de seus patrões com o pretexto da falta de governabilidade. O que está em jogo não é o governo Dilma e nem o PT e muito menos combate a corrupção, mas a colocação na prática da agenda neoliberal.

O programa Ponte para o Futuro do PMDB na realidade é um trapiche para o abismo e recessão, traduzidos através de mais (+) impostos (+) privatizações (-) CLT e reforma da previdência. 

Bancos Públicos, Estradas e Estatais estão na mira e é claro que o Congresso vai votar com o seu bolso, onde a propina vai rolar solta, depositada em contas offshore ou em paraísos fiscais na suíça, como foi na época de FHC. Usufrutuários para corruptos e anistias para ladrões não vai faltar, afinal o Mercado exige.

O ajuste fiscal dessa agenda é para garantir mais lucros aos bancos e para isso  vão aos poucos cortar programas sociais e recursos para coisas "supérfluas" como universidades e bolsa vagabundo como chamou o deputado gaúcho Alceu Moreira do PMDB sobre o Bolsa Família.

O pato do impeachment que vai pagar é o trabalhador

Os articulistas dos grandes jornais já dão como certo a consumação do golpe no senado tendo como possível relatora a senadora da bancada do PRBS Ana Amélia Lemos.

Já anunciam até que o sacrifico será grande (privatizações, aumento de impostos, reforma na previdência, na CLT e volta da CPMF).

Esse foi o preço que a Fiesp impôs, afinal será de lá que sairá o grosso do dinheiro que bancará as eleições municipais deste ano. Sem empreiteiras, o jogo todo está nas mãos dos banqueiros. CAIXA 2 VAI ROLAR SOLTO.