22 de ago de 2015

A Água no Chopp e o Vinho de Sartori

Pelo que vejo o governador Sartori poupou seus conterrâneos do gosto amargo do imposto no produto mais querido da Serra Gaúcha: o vinho. Sim ! pelo que li, a bebida de Baco, assim como  os espumantes estão fora do Sartoraço. Isso é sinal de que o governador, ao contrário do que diz, tem amor a sua epiderme e deseja manter intacto o patrimônio político na região que sempre o elegeu. Já que os deputados vão aprovar a maior carga tributária do país é injusto com os cervejeiros paguem a conta sozinhos,haja vista que o consumo do vinho também é elevado no RS. A saber: sou contra o aumento de impostos, só acho injusto.


21 de ago de 2015

A Oração da Propina

Ao comprovar que Eduardo Cunha utilizava as contas da Igreja para lavar o dinheiro ungido, conforme denuncia da Procuradoria geral da República, demonstra apenas aquilo que a sociedade já sabia: abrir um templo hoje também virou grande negócio, melhor ainda se misturar política, religião e poder. Pela denúncia, Cunha vai ter que devolver R$ 270 milhões para os cofres da Petrobras, mas enquanto não sair o julgamento vai continuar rezando pela bíblia da malandragem e da falta de ética com aquele discurso de que tudo é armação. Fui criado dentro de uma Igreja Evangélica e posso afirmar que o que existe hoje está muito além do que apenas louvar a Deus, infelizmente.

12 de ago de 2015

20 anos nas mãos do PMDB e aliados: Simon, Britto, Rigotto, Yeda e agora Sartori


QUEM NÃO FEZ A LIÇÃO DE CASA ??Em menos de 30 anos da abertura democrática, o PMDB governou pelo menos 20 anos o Rio Grande do Sul (Simon, Britto, Rigotto e também com Yeda). Antes deles a maioria dos governadores eram da Arena (PDS que hoje é PP e DEM), que também são aliados. Ou seja, se existe uma crise econômica e o Estado não fez a lição de casa, de quem é a culpa ? O Deficit Zero de Yeda apenas represou reajustes e reduziu a capacidade do Estado de atender minimamente a saúde, educação e a segurança pública. 

Agora, Sartori corre para Brasília para jogar a conta da renegociação da dívida nas costas do PT e de Dilma, sendo que quem renegociou a dívida foi o PMDB. 

Foi também nesses governos que o Estado se desfez da maioria do seu patrimônio e ficou com os passívos trabalhistas, como é o caso da CEEE, que foi esquartejada, perdendo 70 % da receita e ficando com toda a dívida. Agora querem dizer que a culpa é do PT por ter gasto mais do que arrecada, mas esquecem de dizer que foi apenas no governo Tarso Genro que  o estado investiu 10 % em saúde, reajustou salários defasados que não atraiam mais nenhuma mão de obra qualificada. A saída agora é a mesma que sempre fizeram, vender e demitir. A gente já conhece o filme.

A FOTO ACIMA FALA MAIS QUE MIL PALAVRAS

Libere a Cannabis e Cobrem Imposto

Liberar a comercialização de drogas como a maconha e cobrar imposto é a solução mais inteligente que a sociedade pode fazer. A guerra das drogas foi perdida nos Estados Unidos e lá já estão ganhando milhões de dólares como a cannabis. Aqui, a polícia enxuga gelo prendendo traficante e o Estado perde de arrecadar. Vamos Evoluir Gente ! Cigarro e Álcool são drogas tão ou mais perigosas e são vendidas livremente. Imaginem quanto rendenderia esse mercado para o Estado ??

10 de ago de 2015

O discurso da crise sempre foi utilizado pelos governos do PMDB

O discurso da crise sempre foi utilizado pelos governos do PMDB e de seus aliados. Lembro do discurso de Britto, reproduzido pela mídia guasca, que todos os problemas de saúde, educação e transporte estariam resolvidos com a venda de estatais e a demissão de funcionários. Britto vendeu tudo o que pode a preço de banana e ainda deixou uma renegociação da dívida pública com a União (FHC à época) com juros impagáveis. Yeda (PSDB) e seu principal aliado (PMDB) também utilizou do mesmo artifício, aliás, usou tanto, que os líderes empresariais gaúchos tiveram que pedir que a ex-governadora parasse de falar em crise  pois estava atrapalhando os negócios. Todos os governadores passaram por dificuldades, mas sempre o PMDB achou o caminho mais fácil, aumentar impostos e redução do tamanho do Estado através de venda, deixando o passivo trabalhista para o Estado, como foi o caso da CEEE. 
Agora colocam novamente o bode na sala,  ameaçando servidores com extinção de fundações e paralelamente tocam o projeto de reprivatizar estradas e venda de estatais. Na época do Britto a gente viu no que deu: contratos sem transparência, geralmente bem amarrados juricamente e beneficiando apenas o lado do investidor.

Não vi nenhum gesto do governador Sartori em pedir ajuda da sociedade no combate à sonegação e muito menos de buscar alternativas para pagara aqueles que ganham menos. Pelo visto a saída da crise pelo crescimento econômico não é a opção do governo Sartori.

8 de ago de 2015

Para seu filho ler, e para você também



Num regime presidencialista, democraticamente estabelecido como o nosso, um presidente é eleito por maioria dos votos, ou seja, 50% mais 1 dos votos válidos. Porém, como diz o juridiques, existem os freios e contrapesos, onde o Congresso eleito naquele dia é o exata imagem da sociedade naquele momento. Ou seja, elege um projeto e coloca uma maioria que teoricamente precisa ser convencida que aquele que está no executivo está certo.

Segundo Passo:

Não tendo maioria, e nunca terá, o presidente precisa negociar. Em países desenvolvidos, essa disputa fica no campo ético e nas disputas ideológicas.aprova-se por convicção e não por interesse.

 Agora que vem a parte boa. Se o país elege um bando de achacadores e a presidenta não sede, ou luta para não seder, as consequências de uma crise política são devastadoras. 

Digo isso para que a sociedade saiba que foi o povo que elegeu essa gente (deputados e senadores),uma imagem da sociedade refletida no Congresso no dia da votação. Hoje temos uma plutocracia eleita,uma vanguarda do atraso,  bancada com dinheiro público, através de doações de campanha de empresas privadas.

Renan, Collor, Eduardo Cunha, Aécio, Agripino, Bolsonaro e Caiados não estão lá porque entraram no tapetão como gosta a oposição,entraram pelo voto e para tirá-los só daqui quatro anos,

O PMDB e o PSDB, com seu aliado no TCU (foto acima)  são os principais interessados  no quanto pior melhor, transformar o país numa republiquetas de bananas para depois dividir os despojos de guerra. 

1 de ago de 2015

O combate à sonegação não é prioridade de Sartori

Ao propor aumento em mais cinco pontos percentuais do ICMS para os combustíveis e energia  e de 17% para 18 %  na alíquota geral, Sartori, do PMDB, fala nas entrelinhas que não está nenhum pouco interessado em combater a sonegação no Estado. É muito mais fácil tungar a população via energia e gasolina do que sair à caça daqueles que não pagam seus impostos.  Além de não dar nenhum reajusteao funcionalismo, Sartori ganhou muito com o realinhamento do preço dos combustíveis e energia no inicio do ano, fator que ele esconde. Meu Partido é o Rio Grande é na verdade a velha prática do PMDB nos governos, tira dos pobres e deixa os ricos de lombo liso.