29 de dez de 2008

Israel e a sua guerra perdida

Ocupação militar, demolições de casas, cerco naval, terrestre e aéreo, checkpoints e bloqueio à entrega de alimentos e remédios aos habitantes. Não ! Não estamos falando da política nazista do Führer na segunda grande guerra, estamos falando do Estado de Israel e sua máquina de matar palestinos. Ao contrário do que imagina os líderes sionistas a guerra que trava-se contra os palestinos já está perdida, assim como perdida foi ,desde o início, a guerra americana contra o Iraque. Matar centenas de civis com a justificativa de que o lado palestino (sitiado)lança foguetes Qassam (vetorzinho michuruca perto do aparato letal do Estado de Israel)é praticamente assinar a confissão de culpa diante de uma opinião pública mundial, que sempre teve no povo judeu um dos que mais sofreram nas mãos dos nazistas na segunda grande guerra.No Blog do jornalista Luiz Carlos Azenha está uma excelente matéria sobre o tema denominado A verdadeira história dessa guerra não é a que Israel está contando , publicada hoje 29/12/2008 no jornal Inglês The Independent. Outra fonte de consulta é o blog O Biscoito Fino e a Massa. De qualquer forma, aí está uma grande oportunidade do recém presidente americano Obama, mostrar a que veio.

“Mais grave! Mais agudo! Mais eco! Mais retorno! Mais tudo!”


Finalizei a leitura do livro Vale Tudo e o recomendo. O Som e a Fúria de Tim Maia,escrita por um de seus amigos mais próximos, o jornalista, compositor e produtor musical Nelson Motta. Ele resgata parte da memória da intensa convivência com o cantor, de quem era fã, assim como eu.Com preço sugerido de R$ 49,90, o livro produz boas gargalhadas e conta um pouquinho dos bastidores do mundo musical. Achei fantástico a divisão dos capítulos, que é feito pelo peso corporal de Tim ao longo dos anos. Transgressor, amoroso e debochado, o cantor gostava de se definir como “preto, gordo e cafajeste” e se consagrou como um dos artistas mais queridos e respeitados da música brasileira, rei do samba-soul. Tim Maia era todo enrolado juridicamente, pois ,eventualmente, não aparecia em seus shows e tinha três advogados, um para vigiar a ação do outro (ahahahhaha).