5 de dez de 2008

TJM, a coisa é cabeluda, além da imaginação.

O arquivamento de uma ação no Tribunal de Justiça Militar, na qual teriam sido manipuladas provas em favor do então tenente-coronel Jorge Alfredo Pacheco de Barcelos, em um processo de prevaricação é mais profunda do que nós mortais podemos imaginar.
O caso (2004) envolveu um mega empresário gaúcho numa briga de transito em Porto Alegre. Num acesso de furia, em plena Nilo Peçanha, ele humilhou o outro condutor que se envolveu no acidente, que apavorado, chamou a polícia: dois brigadianos e o oficial major Sérgio Lemos Simões.
O empresário, (RB.. vamos chamá-lo assim) ligou diretamente para o alto comando da Secretaria de Justiça e Segurança, que determinou que um oficial "resolvesse" a situação (tenente-coronel Jorge Alfredo Pacheco de Barcelos)
O major que atendia a correncia além de humilhado pelo empresário foi "liberado" por seus superiores de cumprir seu dever de autuar o "player" . Inconformado, o major entrou com ação do TJM por prevaricação administrativa contra então tenente-coronel Jorge Alfredo Pacheco de Barcelos (responsável pela liberação de RB da corrência). O CNJ abriu um inquérito para investigar a condução do processo cuja decisão foi chancelada pelo vice-presidente do TJM, juiz-coronel Antonio Carlos Maciel Rodrigues, ex-comandante-geral da Brigada Militar. Se o julgamento do tribunal é político com está se vendo, será que também não há casos de perseguição política em outros casos, com condenações e punições ?

Mais detalhes ao longo do dia, aguaaaarrrrdemmmmm.

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