4 de abr de 2009

Chamem o Wudu

Ontem (03), enquanto uma mega quadrilha de assaltantes literalmente agiam no atacado, na cidade de Cerro grande (Norte do Estado), limpado os cofres de um banco e três cooperativas de crédito, o comando da Brigada Militar brincava de Forte Apache ao comemorar o 19º aniversário do Gate (Pg.21 do Correio do Povo 04/04). Com a presença do cão Wudu (ahahahahha), treinado para agir em casos de assaltos com reféns. Os crimes de mentirinha foram resolvidos e todos ficaram felizes. Infelizmente na vida real é bem diferente. Nossas polícias não trabalham em conjunto (BM e PC), não compartilham informações, não tem inteligência e são mal remuneradas. Além disso, essas corporações, há muito, servem de escudo para proteger interéssesss particulares de alguns oficiais e delegados enquanto a grande massa de servidores da segurança vive de bicos para poder complementar seus salários. Agregado a tudo isso, temos um governo pífio, medíocre, incompetente e afundado na lama. Só no resta agora rezar (para quem não é ateu) e pedir a proteção divina, ou é claro chamar o cão Wudu (aahahaha).

Um comentário:

  1. A Brigada Militar parece mais uma companhia de teatro do que uma polícia ostensiva, o que ela não quer ser, pois vem de intrometendo nas atividades da Polícia Judiciária e com a tolerância deste secretário de segurança que é apenas uma figura decorativa, bem ao gosto de dona Yeda, dona de um ego semelhante ao do Brito, os quais, aliás, são extremamente parecidos. Se irmãos não teriam tamanha semelhança. E o ego de ambos é bem maior que o Rio Grande como diriam os tradicionalistas. Jamais imaginei que o Rio Grande cometeria o mesmo erro duas vezes, mas cometeu e estamos pagando caro e vamos pagar mais caro ainda. A BM faz muito mais política do que policiamento ostensivo, obrigação constitucional, pois gostem eles ou não, não passam de uma polícia ostensiva ou de quarteirão como costumo dizer. Não é só lá que não há policiamento ostensivo, pois aqui no litoral norte a situação é semelhante. Em Xangri-Lá em condições normais temos nas 24 horas do dia uma viatura com dois policiais e outro no rádio. Esta é a real situação. Dona Yeda espalhou apreciável quantidade outdoors na Estrada do Mar com propaganda desonesta. Diz que serão três mil cento e poucos novos agentes policiais. Anunciou a inclusão de mais 3.000 brigadianos no estado Para o litoral que se estende desde a fronteira do Uruguai em Santa Vitória do Palmar até Torres, divisa como estado de Santa Catarina serão apenas 50 brigadianos, o que penso nem mesmo cubra o número dos que estão indo para casa. É um governo do faz de conta ou desgoverno como defino. Quanto ao déficit zero, usam fórmulas matemáticas para enrolar leigos. Eu como servidor inativo já faz 15 anos, tenho descontado no meu contracheque cerca de R$ 300,00 todos os meses a título de fundo previdenciário. Ocorre que referido fundo para o qual contribuo faz cerca de 50 anos, nunca foi instituído e assim sendo, jamais houve depósito algum no mesmo, muito menos a parte patronal. Daí qualquer pessoa de inteligência mediana infere que nós, os aposentados e que contribuímos, devemos receber no final do mês o que é feito de fato, mas com dinheiro tirado das receitas correntes do Tesouro do Estado. Portanto o tão decantando déficit zero é mais uma tertúlia flácida para dormitar bovinos.

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