2 de mar de 2010

Morre o jovem atingido por bala perdida na Redenção

Gabriel Medina Marques, o jovem que levou um tiro na cabeça durante um enfrentamento entre gangues de adolescentes, domingo à tarde, no Parque da Redenção, foi vítima de bala perdida. A mãe do jovem está desesperada. A bala que atingiu Gabriel, que morreu ontem no Hospital de Pronto Socorro (HPS), poderia ter atingido qualquer um que estivesse por lá na hora do confronto.
Gostaria de ouvir os arautos do PIG guasca sobre esse episiódio. Zero Hora nem sequer faz questão de ouvir e de cobrar da Secretaria de Segurança Pública alguma explicação para a falta de policiamento e de "inteligência" sobre o tema. O governo passou de lombo liso mesmo, sem cobranças, bem chapa branca. O editorial de Zé H "Exibicionismo e terror no parque" passa a mão na cabeça dos órgãos de segurança, dá um cobrada de leve e alerta para que eles fiquem atentos para uma próxima oportunidade. PIADA!
Enquanto isso, Yeda gasta milhões de reais em propaganda afirmando que a segurança pública melhorou 151 %. Sobre essa pesquisa afirmo categoricamente que ela não reflete a realidade. Aliás, escrevi sobre ela num post anterior.

5 comentários:

  1. Sem mania de passado, mas... e se fosse no Governo Olívio?

    ResponderExcluir
  2. Kiko, espere até acontecer com um "cansadinho" (lembram da campanha, "estou cansado de...."?), para ver a imprensa cair de pau... de pau em cima do Lula, pois tudo o que acontece de ruim, para "eles", é culpa do Lula.
    Maria Hein

    ResponderExcluir
  3. Esse cara merecia morrer! Pena que os outros 4 baleados também não morreram. Todos eram componentes de gangues juvenis que resolveram tumultuar a Redenção a mais de 1 mês. Vamos combinar que que vai passear no parque não precisa levar armas.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. , cala tua boooca oo idiota retardado quem tem que morre é tu entaao idiota iimbecil nnn fala assim doo meeu amoor ta ? ' trooxa ;@@

      Excluir
  4. Não se discute se merecia ou não morrer, que é uma discussão desprovida de sentido (nulo, zilt, perda de tempo, divergência da matéria tratada), é um enfoque beócio.
    O que se discute é que segurança no RS é para matar sem terra e bater em professor.
    Parece a PM está entregue a pessoas cujo passatempo é descobrir o saco de quem precisam puxar para virar juízes do STM.
    E fato: a imprensa não se coloca em postura crítica, é vassala e serviçal, e o cidadão que se dane.
    O último que chegou perto de destampar essas caixas pretas corporativas e encaminhou a unificação das polícias foi Bisol.
    Bisol foi o único secretário que se envolveu com o dia-a-dia das corporações, o único que se colocou na linha de tiro, o único que os delegados quadrilheiros se importaram em gravar e fazer CD de conversas telefônicas.

    ResponderExcluir