
Bem ! vejamos ! A primeira fase de Yeda foi quando antes mesmo de assumir, jogou seu discurso no lixo e exigiu de seus aliados do PMDB que propusesse o aumento de impostos. Sua base na Assembléia rachou e deputados que assumiriam como secretários saltaran como sapo em água quente; A segunda Fase foi a total ausência do Estado em suas obrigações com a saúde, a educação, a segurança pública e com a continuidade de obras e projetos já em andamento. O exemplo cabal disso foi a quebradeira de empresários do eixo da Baltazar (zona norte de Porto Alegre); A terceira fase foi a privatização à moda Britto do Banrisul, isso que ela chegou a vestir jaqueta do banco e promentendo não vender o patrimônio; A quarta fase foi a que o governo se atirou nos braços das papeleiras (Aracruz), passando por cima de leis federais e dos técnicos da Fepam para que a zonal sul do estado tivesse as lavouras de eucaliptos e uma nova fábrica que geraria milhares de empregos (a papeleira quebrou e a fábrica não vem). Em outros países e até mesmo em outros estados esse mesmo projeto devastou o meio ambiente, transformando rios e fontes e pedaços secos de terra; A quinta fase foi a da corrupção em seu governo, culminando na CPI do Detran, derivada da operação Rodin da Policia Federal. Alí ficou exposto o centro de governo e as falcatruas praticadas por seus membros e de seus aliados. A sexta fase foi a da compra da sua casa, (perguntem a um corretor de imóveis em Porto Alegre quanto é que vale a residência naquele local e estamos devidamente conversados). A sétima Fase foi a da proposta de natal turbinado às concessionárias com a iniciativa de prorrogar por mais 15 anos os atuais contratos. No meio disso tudo, cairam mais de uma dezena de secretários, a PF já abriu novas ramificações de investigações sobre fraude em licitações em Canoas (PSDB) que vai de estradas até merenda escolar. Realmente, Yeda é uma mulher de fases e o futuro nos espera para mais uma, qual será ?
O fabricante do "sapato do Bush" precisou contratar mais 100funcionários, pois recebeu 370 mil novos pedidos. Fico a imaginar se o "OG Mandino Guasca" - o então governador Britto, tivesse levado uma sapatada a indústria calçadista gaúcha teria sido salva. Nesses tempos mais modernos - mas, atrasados -, o que será preciso atirar na governadora Casanova a fim de se evitar a quebradeira do Rio Pequeno do Sul? Um apagador? Uma vaca? Gás lacrimogêneo? O MendeSS? Uma bobina de papel? Uma tora de eucalipto? Um passat? Uma CNH? Um lavabo? Uma garrafa de champagne? O livro do Busatto? A Marizona? O Lair? Um chopp sem colarinho? Uma cancela? O Dr. Feijó? Uma cueca usada, do Chico? Um pneu? Uma ferradura? Uma urna? Digam aí!!!!
ResponderExcluir