23 de mai de 2009

a gente só dá a causa científica da morte quando é possível

"A gente só dá a causa científica da morte quando é possível", afirmou o médico legista Malthus Galvão, no caso da morte de Marcelo Cavalcante. Pra mim não precisa dizer mais nada, pois se nem o laudo técnico da policia técnica de Brasília conseguiu determinar a causa da morte do ex-assessor de Yeda, Marcelo Cavalcante, é porque o cara deve ter sido despachado com requintes de guerra fria. Aliás, não entendi a razão de o inquérito ficar parado por quase dois meses na Justiça de Brasília. Será que esse tempo seria suficiente pra esfriar às coisas ? Aí tem coisa grossa no meio. Delegado Gasparetto !, por favor, mete a mão nesse negócio, antes que eles desapareçam até com o corpo do morto. Mesmo que a justiça autorize a quebra dos sigilos telefônico, bancário e fiscal de Cavalcante, se foi assassinato, os caras são profi. Não vai ser o celular que vai derrubar eles. Segundo reza a lenda, Jango, Juscelino e até o Tancredo, foram assassinados e não morreram de causas naturais, da mesma forma o líder da autoridade palestina Yasser Arafat. Dizem que os antigos agentes da Komitet Gosudarstveno Bezopasnosti - KGB (Comité de Segurança do Estado) e a Ha-Mōśād le-Mōdī`īn ū-le-Tafqīdīm Meyūhadīm - O Instituto para Inteligência e Operações Especiais de Israel - Mossad, são especialistas nesse ramo.

Um comentário:

  1. Se o cadáver não foi cremado, haveria que pedir exumação.

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