4 de jan de 2010

Gesto de grandeza de Tarso Genro

Vi como gesto de grandeza e de humildade do ministro da Justiça, Tarso Genro, e de maturidade política do PT ao confirmarem que o partido pode abrir mão de sua candidatura (cabeça de chapa), caso os futuros partidos aliados na Frente Popular apresentem um nome mais forte que o seu. Mesmo assim entendo que uma aliança política se faz através de um programa, de um projeto,o nome de quem vai ou não representar a cabeça é apenas mais uma peça desse complicado quebra-cabeça político para 2010. Ao PT interessa,prioritariamente, eleger Dilma Rousseff, no entanto, mesmo que Tarso mantenha a candidatura, uma composição política forte no Estado tendo desde já compromissos políticos com os aliados seria uma boa base para uma grande aliança.
No entanto, para mim, essa aliança de centro esquerda deve ter alguns compromissos irrevogáveis: política social forte, valorização do funcionalismo público, reforma agrária, combate implacável a toda a forma de corrupção e a cosntrução de uma maioria consensuada na Assembleia entorno de projetos que tirem o Rio Grande do Sul do atoleiro político e econômico que se encontra atualmente.
Outra coisa fundamental é ter partidos fortes para que os nomes não se sobreponham às siglas, e para que a PIG guasca não se locuplete, como sempre faz, tirando proveito da fraqueza de um governo, tal como vimos. Ou vocês acham que num Estado quebrado como o nosso, gastar R$ 163 milhões de reais em publicidade em apenas um ano (2008) é sinal de governo forte.

2 comentários:

  1. Eu entendi foi como gesto de desespero isso sim. Depois tem mais,pensa que o pdt é trouxa,se não conseguiu votos nem pra si,perdendo pro fogaça,vai conseguir pra outro?

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  2. Não sei se vou fazer a leitura correta, provavelmente não, mas quero dizer algo que me passou pela cabeça. Acho que o Tarso quer atrair o PTB, mais precisamente Zambiasi. Uma dupla encabeçada por Zambiasi, tendo Tarso como Vice e ainda Paim para o Senado, seria imbatível. Zambiasi e Paim são afinadíssimos no Senado.
    Joubert

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