13 de mar de 2010

A bancada do PIG

Com a entrada oficial na disputa eleitoral em 2010, o PIG guasca coloca a disposição dos eleitores (ahahaha) os seus "melhores" quadros, de olho em duas cadeiras na Câmara Federal. Afonso Motta, filiado ao PDT, foi o primeiro a declarar sua pré-candidatura e a fazer pré-campanha (ahahahha) aparecendo em jornais do interior, posando em fotos com lideranças regionais do partido. Também apareceu de repente (ahahahha), na coluna de artigos de Zé H falando sobre a galáxia, o mundo, o agronegócio etc.
Outro quadro político do PIG guasca que se lança ao Congresso é a colunista Ana Amélia, que mesmo filiada ao Partido Progressita desde outubro, continuava a escrever sua coluna como se partido não tivesse. Ardorosa defensora do agronegócio, Ana Amélia sempre teve posição política contra os movimentos sociais, bombando os quadros políticos do agronegócio e nacional. Sua pauta preferida era dar voz a quem pudesse atacar o PT e o governo Lula, sempre dando generosos espaços a velhos conhecidos: Agripino Maia (DEM), Katia Abreu (DEM), ACM neto (DEM), além da turma dos demos de Brasília. Também sempre foi dado generosos espaços do "canhão", como eles mesmos gostam de falar sobre suas emissoras, a uma grande lista de tucanos de alta plumagem.
O PIG guasca sempre teve inúmeros quadros na Assembleia e no Congresso e até já elegeu governador (ahahahah), no entanto, eles sabem que com o avanço da universalização da comunicação, os seus superpoderes estão enfraquecidos devido o efeito da kriptonita chamada internet.
Ao ter que deixar claras suas posições políticas, ou assisistir pela internet o desmascaramento de suas versões tendenciosas e recheadas de interésses, o PIG precisa reforçar seus quadros em Brasília, pois, passadas as eleições, o Congresso Nacional será o grande palco de votações importantes, e que podem mudar para melhor ou para pior o Brasil.
Mesmo assim o PIG concentra nas mãos muitos poderes, suficente para influenciar setores da classe média e eleger em 2010 uma bancada capaz de garantir a sustentação de seus interesses (que não são os da população) e manter o status atual por pelo menos mais 20 anos.

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