25 de nov. de 2008
Sem tetos ocupam prédio abandonado no centro da Capítal
24 de nov. de 2008
Jornada Nacional de Lutas por Reforma Urbana e o Direito à Cidade

Os movimentos sociais urbanos e o Fórum Nacional de Reforma Urbana vão às ruas em sua mobilização anual. Como em 2005, quando organizaram uma marcha com 5 mil pessoas em Brasília, em 2006 e 2007, quando fizeram a primeira e a segunda edição da Jornada de Lutas por Reforma Urbana, está chegando a hora da mobilização de 2008. Neste mês de novembro, todas as organizações e movimentos sociais que defendem cidades mais justas e democráticas farão manifestações regionais para a terceira edição da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Urbana e o Direito à Cidade.
22 de nov. de 2008
Celeuma na veia, direto do blog celeuma.

21 de nov. de 2008
Marcon comemora novas desapropriações no RS

Para Marcon, o assentamento de quase mil famílias de agricultores no RS traduz num marco de desenvolvimento econômico e social para o Estado e em especial para a cidade de São Gabriel . “O governo Lula está fazendo a sua parte pelo governo federal, investindo na agricultura e na reforma agrária, enquanto isso, o governo Yeda utiliza os recursos públicos para reprimir os trabalhadores”, desabafa. Segundo o deputado, em pouco tempo os assentados estarão produzindo alimentos, gerando e distribuindo renda e impostos para os municípios e para o Estado.
Por quem tocam as sinetas
Há uma expressão popular que diz: "não pode pagar o justo pelo pecador" que o bom Aurelião comenta assim: "não deve ser castigado ou repreendido aquele que não tem culpa, ficando impune o culpado". Ocorreu-me a expressão quando refleti sobre o impasse que está posto entre o governo Yeda e o magistério estadual por conta da greve decretada há alguns dias. Entenda-se, aqui, o pecado não como transgressão religiosa, mas como sinônimo de erro, culpa, maldade. Os professores, e disto têm ciência até os lápis sem ponta, formam uma das categorias mais mal remuneradas de todo o funcionalismo. A eles pode-se, quem sabe, equiparar os policiais que desempenham tarefa igualmente nobre. Uns educam, outros protegem, mas os dois ganham menos do que merecem. E, nesta altura da história gaúcha, ambas as categorias encontram-se mobilizadas por melhores condições de trabalho.
É sintomático, então, que o mesmo governo que há meses vem sendo alvo dos protestos dos dois movimentos tenha resolvido editar, no último dia 28 de outubro, um decreto que visa, nitidamente, intimidar, ao velho e mau estilo ditatorial, qualquer manifestação, justa ou não, do funcionalismo. A pretexto de regulamentar a lei de greve dos funcionários públicos, o decreto de Yeda corta o ponto, desconta o salário e interrompe progressões de carreira daqueles a quem seu governo negou o diálogo e que, sem outra alternativa, se viram impelidos ao extremo recurso da paralisação.
Ora, se os professores conquistaram, com anos de luta, um Plano de Carreira e um Piso Salarial Nacional, é justo que este direito lhes seja assegurado. É igualmente sensato que, se os professores, como sempre fizeram, vão recuperar as aulas perdidas por conta da greve, seus pontos não devam ser cortados. E se os policiais são obrigados a expor suas vidas à crescente perversidade dos delinqüentes, é justo que a eles sejam oferecidas condições ideais de trabalho (leia-se salário digno e equipamentos de proteção e defesa). Não incorrem em erro, culpa ou maldade, portanto, aqueles que, diante da violação ou da ameaça a seus direitos, legitimamente protestarem. É como penso.
Mas não é como pensa Yeda, cujo governo, além do castigo do decreto desmedido, tem repreendido com violência todos os movimentos sociais sem compreender que, justamente por este comportamento, é que perde qualquer razão. Fosse este um governo democrático de verdade, houvesse para a justiça um mínimo espaço neste Poder Executivo e pudessem o bom senso e a humildade substituir a arrogância da governadora e de sua secretária de Educação, se poderia dar fim imediato à greve do magistério com um acordo.
Nenhum professor vai à greve sem razão. Se o faz, é sempre porque está no limite. É porque vê esgotada qualquer outra forma de alertar os governantes e a sociedade de que há risco iminente de perda de direitos que lhe são fundamentais para a manutenção da dignidade e de alguma mínima perspectiva de futuro– caso do Plano de Carreira - ou que implicam – caso do Piso Nacional – em conquistas pelas quais lutaram uma vida inteira e que são essenciais para a manutenção do ânimo de continuar exercendo este verdadeiro sacerdócio que é o magistério. Quando tocam sinetas debaixo de sol e chuva, estes bravos homens e estas mulheres guerreiras o fazem para que nós, pais, alunos, deputados, prefeitos, governadores, homens e mulheres, tenhamos consciência de que, sem um sistema educacional digno, com garantia de salário, condições de trabalho e qualidade de ensino, é o futuro que se põe em risco. O futuro de todos nós. É por todos nós, então, que tocam as sinetas.
Elvino Bohn Gass
deputado Estadual do PT
Enem 2008, parabéns professores
Mesmo que o governo Yeda arregale os olhos e torça o nariz, o Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) dá a dimensão da importância de nossos educadores . Não é atoa que os gaúchos receberam a melhor nota (45,06), seguido por São Paulo, reconhecido como o mais rico e mais poderoso do Brasil com (44,86). Na redação também fomos acima da média, com 62,57. A publicação desses dados vem bem a calhar, pois um Estado fustigado pela corrupção, pelo achatametno salarial e perseguição aos seus professores e servidores, demonstra o alto grau de profissionalismo de nossos mestres e da comunidade escolar como um todo. A secretária de educação deveria se pronunciar sobre o assunto, ou será que não eh uma pauta positiva , como diz a governadora.

Uma Frente formada por deputados estaduais, federais e vereadores entregará documento ao governo Yeda solicitando que se reabra imediatamente às negociações para renegociar os dias parados. A presidente do CPERS afirmou que não é possível fazer a defesa do piso nacional e receber em troca a punição dos trabalhadores em educação. Segundo sua presidente Rejane Silva de Oliveira, ou o governo reve sua posição em relação ao abono das faltas ou a greve continua. O documento está sendo redigiddo no gabinete do deputado estadual Fabiano Pereira do Partido dos Trabalhadores e será entregue no início da tarde. Rejane afirmou em entrevista que caso haja o entendimento, imediatamente será convocada pelo comando de greve uma nova assembléia geral.
20 de nov. de 2008
BM: Inferno astral 171
A BM, nos seus 171 anos, recebeu dois duros golpes esta semana. O primeiro foi o indiciamento pela PF do cel. Cairo Camargo, presidente da Associação de Oficiais da BM ,por supostos envolvimento em desvios no INSS. A outra foi ao sul dos trópicos (Santa Vitoria do Palmar) onde o comando local da BM fez a "festa" com jovens: com direito a algemas, boinas e carro oficial. Psiu governadora !
É vergonhoso para um Estado que ser diz o mais politizado do Brasillllll, ter que assistir a governadora Yeda, de forma arrogante, mandar um cala-boca aos professores.Foi emocionante ouvir centenas de manifestantes cantando o hino rio-grandense e o final explodirem em uma estrondosa vaia. Pra quem não está acostumado com os ares da democracia, a manifestação deve ter calado fundo.
Foto: Fernando Gomes
19 de nov. de 2008
A GREVE CONTINUA
Confirmado !
Em compasso de espera
Recebe, recebe, recebe !
Vigília no Piratini
18 de nov. de 2008
O militar citado por suposta fraude aos cofres do INSS é o coronel reformado Cairo Bueno de Camargo, presidente da Associação dos Oficiais da Brigada Militar (AsofBM) e Associação Nacional dos Oficiais das Polícias Militares. Ele confirmou que, pela manhã, os federais estiveram na sua casa e apreenderam uma agenda sua.o militar se disse surpreso com toda essa história e que trata-se de uma mal entendido. Prometeu também processar por danos morais as pessoas que envolveram o seu nome na investigação.
Pedágios:
O deputado Dionilso Marcon (PT), pediu ao presidente da Assembléia Legislativa, deputado Alceu Moreira (PMDB), para que o seu projeto, que trata da criação do plebiscito sobre os pedágios e que está na Comissão de Constituição e Justiça, tramite junto com a proposta que trata da antecipação da prorrogação dos contratos entre o governo estadual e as concessionárias de rodovias. O pleito de Marcon ampara-se no artigo 182 do Regimento Interno da Casa. Este dispositivo determina a tramitação conjunta de duas matérias correlatas e a supremacia da mais antiga. O deputado criticou a insistência do governo Yeda Crusius para antecipar a prorrogação destes contratos, que só vencem daqui a cinco anos.
Oficial 171

Na operação que a Polícia Federal (PF) prendeu 13 pessoas na manhã desta terça-feira durante as operações Chacrinha e Sonho Encantado, realizadas contra fraudes na Previdência no Rio Grande do Sul. Seis prisões foram feitas na Operação Chacrinha, realizada em Porto Alegre e Viamão. As outras sete ocorreram na Sonho Encantado, em Encantado, Muçum, Relvado, Roca Sales e na Capital. Pelo menos 30 pessoas serão indiciadas por receber benefício fraudado, entre eles está um conhecido coronel da reserva da Brigada Militar, que recebia de forma ilegal aposentadoria de R4 3 mil do INSS.

Nesta terça-feira (18), o Cpers-sindicato e o comando de greve do magistério vieram à Assembléia Legislativa pedir aos deputados estaduais para que não votem o projeto que propõe um salário-base à categoria. Os educadores entendem que esta iniciativa do governo estadual prejudica a classe e ameaça o plano de carreira. “Vamos apresentar uma carta-compromisso solicitando garantias de que os deputados não votarão a proposta da governadora Yeda Crusius no final do ano letivo ou durante o recesso escolar”, frisou Rejane de Oliveira, presidente da entidade.
Segundo a professora, a retirada do projeto é a única possibilidade do Cpers-sindicato chamar nova assembléia para decidir sobre a greve. “Trata-se de uma medida autoritária da administração Yeda Cruius. Ela apresentou a proposta às vésperas da assembléia da categoria, que tinha como propósito abrir um diálogo com o governo. Yeda criou o conflito. Cabe a ela retirar o projeto”, ressaltou Rejane.
Fonte: www.ptsul.com.br


