Segurança,câmeras,aaaaa.... A parte da ação deixa pra lá, conforme admitiu a Secretaria de Segurança (major Fernando Alberto Grillo Moreira, chefe do Centro Integrado de Operações da Segurança Pública-Ciosp), 19 das 48 câmeras da Capital precisam de manutenção (eufemismo para estragadas).6 de dez. de 2008
Déficit zero, insegurança 10
Segurança,câmeras,aaaaa.... A parte da ação deixa pra lá, conforme admitiu a Secretaria de Segurança (major Fernando Alberto Grillo Moreira, chefe do Centro Integrado de Operações da Segurança Pública-Ciosp), 19 das 48 câmeras da Capital precisam de manutenção (eufemismo para estragadas).5 de dez. de 2008
blog De Olho no Pedágio

Dilmar Roussef lança Blog
Para quem ainda não sabe, à ministra Dilma Rousseff mãe, avó e tia do PAC, tem seu próprio Blog de discussão política: é o http://dilma13.blogspot.com/ . Para quem deseja conhecer a futura candidata do presidente Lula à presidência da república, é uma boa pedida. Quem posta os materiais é Daniel Pearl. Coicindência ! Daniel Pearl (o famoso) era jornalista, e repórter do jornal The Wall Street Journal. Foi raptado por um grupo de terroristas em Karachi no Paquistão. Daniel foi assassinado, esquartejado em 10 partes. Um vídeo foi gravado e, inclusive, na época, ficou disponível na internet.TJM, a coisa é cabeluda, além da imaginação.
O arquivamento de uma ação no Tribunal de Justiça Militar, na qual teriam sido manipuladas provas em favor do então tenente-coronel Jorge Alfredo Pacheco de Barcelos, em um processo de prevaricação é mais profunda do que nós mortais podemos imaginar.O empresário, (RB.. vamos chamá-lo assim) ligou diretamente para o alto comando da Secretaria de Justiça e Segurança, que determinou que um oficial "resolvesse" a situação (tenente-coronel Jorge Alfredo Pacheco de Barcelos)
3 de dez. de 2008
Pedágios: deputados intercedem contra autoritarismo de Mendes
Pedágios não ! Mobilização Já !

"Deputados comprometidos com o povo não votam à prorrogação dos pedágios" . Centenas de manifestantes estão em frente ao Palácio Piratini se manifestam contra o projeto do governo Yeda de prorrogar por mais 15 anos às concessões dos atuais contratos de pedágios. Vaias e buzinaços podem ser ouvidos por quilômetros. O cel. Mendes, segundo informes, determinou a prisão dos caminhoneiros e de seus veículos no centro da cidade.
O CENTRO ESTÁ TOTALMENTE PARADO.
A Transparência do governo Yeda
Há dois meses, quando a ex-secretária da transparência do governo Yeda, Mercedes Rodrigues, pediu pra sair do govenro por falta de apoio à criação da estrutura da secretaria, dois altos dirigentes (CCs) de Yeda, colocados na Emater já estavam em Roma, viajando, pelo visto a turismo, com dinheiro público. Só em diárias para alimentação, o chefe de gabinete recebeu US$ 6.700,00 dólares (cerca de R$ 16 mil). Em hospedagem paga pelo Estado recebeu outros US$ 1.577,00 para gastos com aluguel de carros e combustíveis. O diretor administrativo da Emater, também viajou a Roma. Ao todo, a expedição a Roma custou mais de R$ 40 mil aos cofres públicos. Cabe ressaltar que a Emater passa por grandes dificuldades devido a política de Yeda, políticas que envolvem demissão de funcionários e arrocho salarial. 2 de dez. de 2008
Mais um escândalo no governo Yeda: diretores da Emater viajam a turismo com dinheiro público
Reportagem do jornalista Giovani Grizotti (RBSTV) desvenda mais uma maracutaia no govero Yeda. Diretores da Emater ( Luiz Antônio Vial- chefe de gabinete e Cilon Fialho - diretor adminsitrativo) viajaram com dinheiro público para a Europa, mas justificando que captariam recursos para dois eventos que foram realizados antes mesmo da viagem dos dois ao destino.
A mulher de Luiz Antonio Vial também viajou no mesmo período e se encontrou com o marido ( surpresa !!!! qem será essa senhora ???? é parente de um alto e graduado tucano investigado na CPI DO DETRAN ) A COISA ESTA APENAS TOMANDO FORMA.
O BURACO É BEM MAIS PROFUNDO. AGUAAARDEMMMMM
1 de dez. de 2008
Garrincha e a zagueira do agronegócio

Em entrevista concedida à rádio gaúcha (01), no programa gaúcha atualidade, o Ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel foi sabatinado pela jornalista Ana Amélia Lemos. Questionou se a mudança dos índices de produtividade também irão valer para os assentamentos, dando a entender que parte desses não passaria no teste da produtividade.
Cassel, de forma elegante, desqualificou a pergunta, reafirmando que os novos índices de produtividade só valerão para grandes extensões de terra e que essas terras devem produzir mais para alimentar a população, pois os valores atuais são da de´cada de 70.
Sobre os assentamentos, o ministro fez como Garrincha ao driblar seus adversários, deixou a zagueira do agronegócio a ver navios, apontando estudos de universidades que indicam alto grau de produção dos assentamentos da reforma agrária.
Entenda:
Os índices atuais que servem como padrão para o processo de desapropriação de terras para reforma agrária são da década de 70. Segundo o MDA, os índices atuais são considerados defasados diante do alto rendimento alcançado pelas propriedades rurais e dificilmente o governo consegue enquadrar uma área como improdutiva.
Há três anos, foi feito um primeiro estudo, mas a pressão da bancada ruralista prevaleceu e o assunto foi engavetado. Com o segundo estudo, a polêmica está de volta.
Conforme cálculo do governo, entrando em vigor a medida, poderá render cerca de 33 mil hectares em desapropriações no Estado – equivalente a mil vezes a área do Parque da Redenção, em Porto Alegre. No segundo estudo, não houve autorização para se fazer tal projeção, para evitar pressões. Se aprovado, as áreas rurais de todo o país foram divididas de forma que a produtividade varie de acordo com cada região e o tipo de produção e ainda será levado em consideração se a região enfrentou algum problema climático, como o caso de Santa Catarina
Além de ser apresentado ao Conselho Nacional de Política Agrícola, a mudança dos índices precisa ser oficializada por meio de uma portaria assinada por Cassel e pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes. Se aprovadas, as mudanças passariam a valer a partir da safra 2009/2010.
Como ficará a mudança
Na agricultura
O indicador usado é o rendimento de
grãos por hectare.
Soja em Cruz Alta
> Como é hoje: 1,4 mil quilos/hectare
> Como ficaria: 1,959 mil quilos/hectare
> Como foi: nos últimos cinco anos, a
produtividade média ficou em 2,2 mil quilos
por hectare
Arroz em Cachoeira do Sul
> Como é hoje: 3,4 mil quilos/hectare
> Como ficaria: 5,392 mil quilos por
hectare
> Como foi: nos últimos 10 anos, a produtividade
média ficou em 5,7 mil quilos
por hectare
Na pecuária
O indicador usado é o número de animais
por hectare, chamado de Grau de Eficiência na
Exploração (GEE). Uma unidade animal equivale
a um touro adulto.
Em Bagé
> Como é: 0,8 unidade animal/hectare
> Como ficaria: 0,95 unidade animal/hectare
Em Pelotas
> Como é: 0,8 unidade animal/hectare
> Como ficaria: 1,15 unidade animal por
hectare
fonte dados: zh 01/12/ - pg 19
30 de nov. de 2008
“Eu ainda tenho medidas impopulares para tomar.”
Imagem: http://satiro-hupper.blogspot.com/29 de nov. de 2008
Pedágios: Povo que não tem virtude acaba por ser escravo..
A terceira estrofe do hino rio-grandense representará o que seremos das concessionárias de rodovias se nos próximos quinze dias o aguerrido e valoroso povo gaúcho não se mobilizar contra o projeto do governo Yeda de prorrogação dos contratos de concessão das praças de pedágio. Ela quer mais 15 anos (de 2013 para 2028) para as atuais empresas. Se aprovado, os deputados perderão toda a autonomia sobre o tema, trasferindo ao Daer e as concessionárias o poder de decisão de retirar e colocar praças de pedágios onde bem entenderem, impedir rotas de fuga (vias alternativas) e explorar o filão publicitário nas faixas de domínio. Se a estrofe do hino ainda vale, tem que ser agora.28 de nov. de 2008
O balanço de Mendes
Qual será o balanço que o atual comandande geral da Brigada Militar, Cel. Paulo Roberto Mendes, apresentará à sociedade quando deixar o o comando da corporação para assumir o cargo de juiz militar, com salário próximo a r$ 20 mil reais ? Será que reduziu os homicídios ? será que as ações midiáticas do coronel ajudaram a reduzir o roubo e furto de veículos ? Aliás ! como estão o restante dos indicadores da segurança dos últimos 365 dias? Será que o déficit zero que a governandora anunciou a poucos dias refletirá na segurança ? afinal, nosso "iron men" foi, pelo menos na mídia, o comandante mais atuante dos 171 anos da corporação.
A cidade de Farroupilha, por exemplo, deveria ser ouvida nesse balanço sobre a atuação do comando da BM. A quadrilha que assaltou simultâneamente dois bancos naquela cidade estava livre e faceira, pois, neste dia, quase todos os Batalhões de Operaçãoes Especiais foram trasferidos e aquartelados em Porto Alegre com o objetivo fazer exercícios. Segundo o sindicato da policia civil, a ação tinha outro objetivo: pressionar a categoria que estava paralizada.
Para os trabalhadores, para os movimentos sociais e para aqueles que denunciaram a corrupção do governo Yeda a linguagem de Mendes foi outra: Cassetete, bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e balas de borracha.
27 de nov. de 2008
Deputados pedem sustação de decreto de Yeda
O PT e o envelhecimento precoce
Ontem (26), em uma conversa com um amigo e colega jornalista ,que prefiro não revelar o nome, comentei o fato de que o PT precisava urgentemente beber novamente da fonte que lhe deu vida, correndo o risco de receber das urnas em 2010 um diagnóstico de envelhecimento precoce. Qual a minha surpresa ao visitar, como faço diariamente o, blog do rsurgente ? O belo artigo de Emir sader sobre esse mesmo tema que colo abaixo e que também está no site da agência Carta Maior: EMIR SADER
"PT envelheceu internamente e precisa se revigorar"
O impulso inicial que deu vida ao PT e desembocou no governo Lula, se esgotou. O dinamismo, a referência hoje está no governo e não no PT. Este precisa revigorar-se social e ideologicamente, para voltar a desempenhar um papel importante no campo político e ideológico do país, que tem na conjuntura já aberta da sucessão presidencial a maior das suas batalhas contemporâneas. A análise é de Emir Sader.
Emir Sader
O PT foi a maior esperança da esquerda brasileira – e talvez mundial, em um momento de esgotamento da esquerda tradicional. Depois de mais de duas décadas de existência, desembocou no governo Lula que, medido pela imagem ideológica que o partido tinha na sua fundação ou que exibiu na sua primeira década de vida, seria irreconhecível.
Não se trata agora de fazer uma breve história do partido e saber onde aquele fio original foi cortado e outro perfil foi se desenhando. Certamente ele tem a ver com a projeção da imagem de Lula, por cima e, de certa forma, de maneira independente do partido. Trata-se agora de tentar entender a situação em que se encontra o partido – paradoxalmente com um perfil político extremamente baixo, quando Lula exibe níveis recordes de apoio, de 80%. Em suma, o sucesso do governo não é o sucesso do PT, que ainda não saiu das duas crises que o envolveram nos últimos anos.
O PT sofreu dois duros golpes desde a vitória de Lula, em 2002. O primeiro, o perfil assumido pelo governo, com Palocci funcionando quase como um primeiro-ministro e impondo uma hegemonia neoliberal e continuísta ao governo. Tal como havia se configurado na parte final e decisiva da campanha eleitoral, se constituiu em torno de Lula um núcleo dirigente do governo, que tinha em dois dos arquitetos da vitória – Palocci, com a Carta aos brasileiros, e Duda, com o “Lulinha, paz e amor” -, referências fundamentais.
Palocci dava a linha geral, manejava os recursos, impunha – até mesmo a Lula – o discurso geral do governo. O PT presenciou tudo isso, ferido pela crise de expulsão e posterior saída de outros de seus membros, impotente. Não conseguir defender a reforma da previdência, que atentava contra tudo o que havia defendido, nem as orientações econômicas do duo Palocci-Meirelles, se defendia das posições de ultra-esquerda, que prenunciavam um caminho de isolamento, sectarismo e derrota.
Pouco tempo depois, quando o governo ainda não decolava, veio a chamada “crise do mensalão”, em um momento em que o partido ainda não tinha se refeito da primeira crise. Foram os piores anos da história do PT – 2003-2005. A imagem do partido foi revertida de partido ético, da transparência, para partido vinculado a negociatas e à corrupção, uma reversão da qual não conseguiu e dificilmente conseguirá sair. Apesar das eleições internas, que recuperaram um pouco da auto-estima, sem forjar uma nova direção com capacidade de redefinir o papel do PT e suas relações com o governo.
Lula e o governo se safaram da crise a partir dos efeitos das políticas sociais que se fortaleceram com as mudanças dentro do governo – especialmente a queda de Palocci e o enfraquecimento das suas orientações dentro do governo – e com o papel dinâmico que Dilma Rouseff passou a imprimir nas ações governamentais.
Mas, de alguma maneira o governo se safou com a crise exportada para o PT. A imagem que ficou foi a de que “os petistas” haviam cometido graves erros, que quase comprometeram irremediavelmente o governo Lula. E as acusações sobre José Dirceu e sobre os principais dirigentes partidários confirmavam essa versão. E o baixo perfil das direções posteriores, tanto a que foi eleita no PEC, quanto posteriormente pelo Congresso, foram na mesma direção, pelo baixo perfil dessas direções, pela falta de capacidade de iniciativa política e de mobilização da própria militância do PT.
O Congresso, ao invés de um grande balanço do primeiro governo de esquerda, conquistado ao longo das lutas de toda a história do PT, acabou sendo mais um acerto de contas entre as tendências sobre a crise do partido. Criticas à política econômica reafirmaram certo grau de independência diante do governo, mas em geral a avaliação deste e, sobretudo, as propostas para o segundo governo, não foram o centro do Congresso, desperdiçado para recuperar a capacidade de ação do PT.
No entanto, os problemas vêm de mais atrás e são mais profundos. A via moderada escolhida pelo PT já se assentava numa perda do peso da militância jovem e da militância social, marcante já no Congresso de 2000, realizado em Pernambuco. O partido perdeu capacidade de empolgar e mobilizar os que lutam ou poderiam ser despertados para a luta por um outro país, por “um outro mundo possível”. Uma parte destes trabalham em torno do MST ou de outros movimentos sociais, outros permanecem no PT, mas sem ímpeto de ação. O envelhecimento interno do partido é óbvio, não apenas na idade dos seus membros, mas também na falta de idéias, de criatividade, de alegria, de encarar os novos desafios com um rico e pluralista debate interno.
É como se o PT estivesse ainda sofrendo os efeitos de uma quase morte da experiência de governo, tivesse se safado por pouco, mas tivesse exaurido suas energias na sobrevivência, não voltando a ganhar ímpeto, criatividade, iniciativa, capacidade de liderança e, principalmente, de mobilização de novas camadas.
A elaboração de uma plataforma pós-neoliberal e o apoio decidido à organização das bases sociais pobres que apóiam substancialmente ao governo Lula – se constituem nas duas maiores tarefas que o PT tem que enfrentar, para se renovar, se revigorar. Encarar frontalmente o tema da plataforma com que vai lutar para o governo posterior ao de Lula e recompor suas bases sociais de apoio, na direção das grande massas do nordeste e das periferias das grandes metrópoles – onde residem os imensos bolsões de pobreza beneficiados pelas políticas sociais do governo – para reconquistar energia, capacidade de luta, de mobilização.
Porque o impulso inicial, o que deu vida ao PT e desembocou no governo Lula, se esgotou. O dinamismo, a referência hoje está no governo e não no PT. Este precisa revigorar-se social e ideologicamente, para voltar a desempenhar um papel importante no campo político e ideológico do país, que tem na conjuntura já aberta da sucessão presidencial a maior das suas batalhas contemporâneas. É uma nova grande possibilidade para o PT, onde se disputa o futuro do Brasil na primeira metade do século – na consolidação, correção de rumos, aprofundamento das linhas progressistas do governo atual ou no catastrófico retorno do bloco de direita ao governo.
O papel do PT será essencial se assumir a luta pelo cumprimento desses dois objetivos essenciais: formulação da plataforma pós-neoliberal para a campanha de 2010 e trabalho duro na organização das grandes camadas pobres que dão sustentação ao governo Lula.
Ano novo: 2010 já começou
Antes mesmo de os tucanos de alta plumagem assumirem assento fixo no Conselho do Grupo RBS, já é claro a mudança de posição do conglomerado em relação a temas polêmicos relacionados ao governo do PSDB (pedágios, corrupção, violência e o esfolamento dos servidores públicos). Tudo é tratado de forma "pasteurizada" e sem aprofundamento, ou com posição favorável ao governo. È comum pela manhã nos programas de entrevista de políticos da rádio gaúcha, por exemplo, a presença quase que semanal de ex-ministros de FHC, mesmo quando o tema tem relação apenas com o governo Lula. Tudo aponta para uma coisa:: 2010 está ai.
26 de nov. de 2008
MNLM faz protesto por mais habitação
O Movimento Nacional de Luta pela Moradia - MNLM realizou passeata no centro de Porto Alegre neste início da tarde (26/11). Denunciaram que há centenas de prédios abandonados em todoo Brasil e que podem servir de moradia popular. Segundo Beto Aguiar, um dos coordenadores do movimento, no centro de POA existe edifícios abandonados há mais de 25 anos.Ninho tucano na RBS
Após passar por grandes dificuldades financeiras no final do governo FHC (Dólar 4 real 1 ) o grupo RBS se viu obrigado a se desfazer de "ativos" para escapar das garras do mercado. Um dos novos "colaboradores" e salvadores do grupo foi o tucano de alta plumagem e minstro do apagão de FHC, Pedro Parente. Parente foi guindado ontem (25) a integrar o Conselho da RBS na condição de vice-presidente executivo do grupo. Outro conselheiro (sócio) é Luiz Henrique Fraga, representante do Gávea Investimentos, tem alto grau de parentesco com Armínio Fraga, outro tucano, que já possui 12,6428% no capital da RBS Comunicações SA, holding dos negócios do grupo (não é pouco).Os tucanos estão bem aninhados aqui no RS, bem no alto do morro Santa Tereza.


